Nojo?

03.07 - 12:29hs

É curioso como as pessoas reagem diferente a certos estímulos. Um leitor do blog veio protestar que todos os seus amigos tiram sarro dele porque ele disse uma vez ter nojo de fazer sexo oral nas garotas. Considerando que a quantidade de meninas que “preza” (rs) os homens que fazem sexo oral, sobretudo os que fazem bem, acho que o amiguinho pode lá ter suas preferências. Mas “nojo” ficou meio forte aí, né não? Ok ok… pode até ser isso. Mas que assusta, assusta. Nojo é uma palavra que normalmente se ouve de meninas e meninos em relação ao sexo oposto, a beijar, a transar, quando ainda se está na pré-adolescência. “Que nojo! As meninas são chatas!”. Mas como é que o cara vai administrar isso depois, quando encontrar uma parceira que faça o que ele gosta, por prazer? Vai chegar pra ela e dizer: “desculpa, tenho nojo?” É ruim, hein?…

Sem preconceito

02.07 - 16:09hs

Outro dia um leitor perguntou como podia fazer para contar à namorada que estava a fim de um fio terra. Essas coisas são mesmo delicadas: você não pode assustar a guria e também não vai ficar passando vontade, não é mesmo? É como as meninas que gostam de ser acariciadas antes do sexo (ou as que não gozam tão rápido quanto os namorados e tentam se masturbar depois da transa, escondidas às vezes, pro cara não achar que ela não gostou). A verdade é que só com muito jeitinho essas coisas deixam de ser obstáculos e passam a fazer parte do sexo. Você pega a mão dela e coloca onde (e como) gosta… ela explica para você que quer mais e faz com que você toque em cada lugarzinho dela que dá tesão… e aí a brincadeira pode ficar cada vez mais gostosa. Aproveitem a intimidade e liberem os instintos. Sem medo! Sem preconceito!

Amigo da onça

01.07 - 10:28hs

Paula (nome fictício) estava à mesa do bar com o namorado e um casal de amigos bastante íntimos. Os dois meninos falavam de como era complicado ficar esperando as parceiras terem vontade para fazer sexo, frequência que - no caso deles - ia diminuindo com o passar do tempo. Para eles, do jeito que falavam, a coisa parecia ser meio orgânica demais, como uma necessidade fisiológica. O amigo do namorado de Paula começou a falar que às vezes, só de pensar em transar, ao acordar ao lado da namorada, ficava excitado, “em ponto de bala”, segundo palavras dele. Quando a namorada do rapaz levantou para ir ao banheiro, ele confessou que às vezes, para driblar a falta de vontade da namorada, se masturbava pensando em outras mulheres. Não demorou para o jeito dele olhar para Paula ficar diferente. Ela percebeu. O namorado dela, não. De repente ela sentiu a perna do amigo do namorado roçar na dela, por baixo da mesa… chavão total, mas o susto foi grande. Não se moveu. E o amigo não se conteve: foi passeando pela panturrilha, joelho, até chegar entre as coxas da menina, que se ajeitou na cadeira, meio sem graça. A namorada do guri logo voltou do banheiro e o papo esfriou. Ela, com as bochechas coradas, sugeriu ao namorado para irem embora. Na fila do caixa, enquanto o namorado pagava, o amigo chegou perto dela para se despedir e, num forte abraço, cochichou ao seu ouvido: penso em você na cama. Situação! Até contar essa história ao blog, a decisão de Paula foi se afastar do amigo e não contar nada ao namorado, que segundo ela poderia acusá-la de assediar o “coitadinho”. O que ela queria mesmo era desabafar e saber se algo parecido já aconteceu com mais alguém e como fazer nessas horas…

O beijo que esquenta

30.06 - 20:01hs

Assistindo a um seriado de televisão, o comentário no café era a importância que as mulheres dão ao beijo e os homens, ao sexo. Os meninos diziam que beijar é como assistir à apresentação de um comediante na abertura do show do Pink Floyd. “O problema é que vocês morrem de rir durante o show do comediante e a gente está quase dormindo”, diziam eles. E mais: que compraram o ingresso por causa do show da banda (o sexo). Meninos, apesar da metáfora engraçada, não é possível que vocês não se encantem nem um pouquinho com as preliminares. É quando a gente começa a arrepiar. Quando o toque, o cheiro, as mãos, o contato de um corpo no outro faz a coisa esquentar. Fora que a criatividade pode ir longe nessa hora… uma calcinha diferente, a descoberta de como cada pedacinho do corpo do outro reage a você… então aproveitem, oras! O show pode ficar ainda melhor!

Cuidado com o brinquedinho

13.06 - 17:44hs

Tem gente que reclama porque não consegue ter ereção. Tudo bem, pode ser preocupante e tem tratamento. Mas o assunto hoje é sobre o pênis que não amolece. Não… não deseje isso, meu amigo. O priapismo é uma condição médica dolorosa. Mesmo sem ser estimulado, nem física, nem psicologicamente e às vezes, ao contrário, ser estimulado a amolecer, o danado não sai dali. Não dorme. Está a postos. E se isso durar muito tempo, pode causar impotência sexual. Na maioria das vezes, é necessário um atendimento de urgência, para punção do sangue estagnado no pênis ou até cirurgia. Então, se por acaso seu querido amigo não adormecer, fica esperto: presta atenção antes de ficar achando que é super-herói.

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