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Amigo da onça

01.07 - 10:28hs

Paula (nome fictício) estava à mesa do bar com o namorado e um casal de amigos bastante íntimos. Os dois meninos falavam de como era complicado ficar esperando as parceiras terem vontade para fazer sexo, frequência que - no caso deles - ia diminuindo com o passar do tempo. Para eles, do jeito que falavam, a coisa parecia ser meio orgânica demais, como uma necessidade fisiológica. O amigo do namorado de Paula começou a falar que às vezes, só de pensar em transar, ao acordar ao lado da namorada, ficava excitado, “em ponto de bala”, segundo palavras dele. Quando a namorada do rapaz levantou para ir ao banheiro, ele confessou que às vezes, para driblar a falta de vontade da namorada, se masturbava pensando em outras mulheres. Não demorou para o jeito dele olhar para Paula ficar diferente. Ela percebeu. O namorado dela, não. De repente ela sentiu a perna do amigo do namorado roçar na dela, por baixo da mesa… chavão total, mas o susto foi grande. Não se moveu. E o amigo não se conteve: foi passeando pela panturrilha, joelho, até chegar entre as coxas da menina, que se ajeitou na cadeira, meio sem graça. A namorada do guri logo voltou do banheiro e o papo esfriou. Ela, com as bochechas coradas, sugeriu ao namorado para irem embora. Na fila do caixa, enquanto o namorado pagava, o amigo chegou perto dela para se despedir e, num forte abraço, cochichou ao seu ouvido: penso em você na cama. Situação! Até contar essa história ao blog, a decisão de Paula foi se afastar do amigo e não contar nada ao namorado, que segundo ela poderia acusá-la de assediar o “coitadinho”. O que ela queria mesmo era desabafar e saber se algo parecido já aconteceu com mais alguém e como fazer nessas horas…

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