Sim Não

 

Papai, porque que eu não tenho cabelo bom?

26.02 - 01:00hs

Quando sua filhinha perguntou isso, o comediante Chris Rock resolveu procurar e desvendar as origens do cabelo afro e seus estilos, rendendo um ótimo documentário ganhador do Sundance Festival 2009.

Aqui no Brasil a cultura das chapinhas e dos cremes rinse também impera. Muitas mulheres deixam de lado suas origens e cabelos encaracolados para alisá-los e tingi-los de loiro. O que elas não sabem é que, se por um lado o cabelo liso esvoaçante tem seu charme, o cabelo encaracolado, além de ser mais gostoso de pegar (e que mulher não curte uma pegada no cabelo atrás da nuca?) permite uma grande variedade de cortes e estilos inovadores.

O documentário aborda essa indústria por trás dos cabelos afros. No Brasil, também temos alguns especialistas em cortes afros, como os cabeleireiros da Galeria do Rock, em São Paulo.

No final das contas, ele tenta explicar pra filha que o que ela tem em cima da cabeça não é mais importante do que o que está dentro dela.

Pirata

25.02 - 01:00hs

Essa história de não vou me envolver com ninguém no carnaval porque não tem futuro é pura besteira. Concordo que é difícil manter um relacionamento com alguém de outra cidade, que dificilmente verá de novo, mas carnaval é carnaval. O ideal é ir sem planos de se prender a ninguém, mas se de repente rolar, porque não? Quem não tem um grande amor de verão, que pode nunca mais ter visto, mas lembra sempre e bate aquela saudade?

É disso que estou falando.

Sexta-feira, todo mundo de malas prontas pra viajar direto do trabalho. São Paulo, sabe como é o trânsito…se não garantiu a passagem de avião então, se prepara. A semana que antecede o carnaval sempre demora a passar, e todo mundo ali, se guardando no escritório, mas com a cabeça na viagem.

O calor, os e-mails dos amigos, as redes sociais, tudo girando em volta do mundo carnaval, até que chega o dia. As horas de estradas dão uma acalmada nos ânimos, mas Mariana chega empolgada no Rio de Janeiro e resolve enfrentar o bloco mesmo sem dormir direito durante a viagem.

Não importa muito o que Mariana fazia ou com quem foi, o fato é que depois de seguir no “passinho curto†curtindo as marchinhas atrás do bloco, conheceu um menino fantasiado de Piratas do Caribe. E não é que ele parecia o Johnny Depp? Barba por fazer, argola na orelha, cílios grandes. Não trocou uma palavra, mas muitos olhares, e no mesmo momento um caminhou em direção ao outro e os dois se abraçaram, sem falar nada…olho no olho, boca com boca. Ficaram assim durante dois minutos, enquanto o resto do bloco passava em volta deles ladeira abaixo. De repente passou um grupo de rapazes, que ela presumiu serem amigos dele, arrastando o pirata pra longe. Ele ainda ficou olhando por cima do ombro, como quem diz eu volto, mas se perdeu na multidão. Sem reação na hora, ficou parada e voltou a ouvir a música ensurdecedora.

A fantasia era comum, mas e pra achar outro pirata daquele no carnaval?

Vídeo da semana - Lava-rápido

24.02 - 01:00hs

Bareback

23.02 - 01:00hs

A tradução para bareback é “transar sem camisinhaâ€. Esta prática é utilizada em muitos filmes pornográficos e também atrai atenção de muita gente na internet. Bom, não vou falar aqui sobre os perigos de transar sem camisinha, pra isso temos o Blog do Jairo (link). Sabemos que nos filmes, os atores realizam exames constantes de DST’s, e os filmes brasileiros em sua maioria utilizam preservativos. O grande problema é quando isso sai da telinha. Existem hoje algumas festas chamadas de Barebacking parties, aonde é realizado o sexo em grupo sem camisinhas. Nestas festas, existem os Bug Chasers e os Gift givers. Os bug chasers, ou insetos que procuram problemas, são os HIV negativos, e os Gift givers, ou doadores de presentes, são os HIV positivos. O intuito destas conversion parties é converter os soronegativos em soropositivos, trocando o “presente†do HIV. É uma espécie de roleta russa, mas ao invés do revólver com a bala, temos o sêmem com HIV.

A também conhecida “Foda da morteâ€, ou Fuck of Death, atrai muitas pessoas pelo desafio de ganhar o Status de gift giver dentro de seu grupo de bareback.

Olha, cada um decide com quem utilizar camisinha ou não, mas querer contrair uma doença que fez e faz tantas vítimas é uma coisa que não consigo compreender.

No Brasil não existem grupos conhecidos de bareback e realmente torço pra que a prática não seja aceita como uma coisa comum.

Se você quer se divertir, vá a um parque de diversões, a uma montanha russa ou qualquer outra coisa. Pra mim, se a pessoa precisa correr este risco para sentir prazer no sexo, é porque algum problema tem. Talvez uma terapia ajude.

Paixão por colega de trabalho em 4 fases

22.02 - 14:59hs

Este caso é muito comum e fácil de acontecer. É claro que depende dos círculos de amizades de cada pessoa, mas em geral nos apaixonamos por colegas da escola, da faculdade, e depois do trabalho. No meio desse bolo todo, sempre entram os amigos de amigos, os conhecidos, vizinhos e alguns perdidos da vida, mas inevitavelmente você vai se interessar por alguém do trabalho.

Os motivos são mais do que óbvios, se a pessoa trabalha com a mesma coisa que você, já tem alguns interesses em comum. O engraçado são as fases por qual essa “paixonite†passa.

Fase 1 – “E se?â€

Primeiro você admira a pessoa, mas acha que nunca teria chance com ela, já que dividem o mesmo escritório, vão se ver todos os dias, etc. Fica o pensamento de “e se eu tomar um fora†ou “e se não for legal, como vai ser amanhãâ€. Esses pensamentos são logo substituídos pela fase 2.

Fase 2 “Vamos sairâ€

Saidinhas como amigos começam a surgir e os pensamentos anteriores são substituídos pelo medo de se tornar amigo demais e não rolar nada além disso. Esta é a hora de agir. Se não sentiu nenhuma brecha ou não teve coragem suficiente, você será levado para a fase 3.

Fase 3 “Melhor nãoâ€

Nesta etapa você acaba se afastando do possível caso simplesmente por medo de estar “in love†sozinho e pagar um mico pra toda empresa saber. É melhor então deixar ao acaso.

Fase 4 “Acasoâ€

Se até agora, você não pegou, não esquente sua cabeça pensando nisso. Qualquer hora, em uma festa, quando os dois tiverem mais a vontade e rolar um clima, vai acontecer. Se não rolar também, você pode se consolar com o fato de que pelo menos você não se comprometeu.

O ideal é que a atitude, por parte do homem ou da mulher, seja tomada na fase 2. O fato de trabalharem juntos não pode ser um grande empecilho pra um relacionamento dar certo. E também, nem relacionamento nenhum vocês tem ainda, então não custa nada arriscar. Agora se esta tal paixão do trabalho for um chefe, aí já complica a situação. Se você pisar na bola, ele chuta tua bunda duas vezes.

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