30.09 - 09:30hs
É Barcelona, Milão, Londres, Austrália… não importa o lugar, mas tá uma moda maluca de jovens brasileiros tentarem a vida fora do Brasil. O pior é que muitos nem vão com planos de fazer dinheiro ou ficar por lá, a idéia mesmo é criar asas, responsabilidades, e aprender a se virar sozinho, claro, além de não ter que dar satisfação pra ninguém estando do outro lado do mundo. O fato é que esse não dar satisfação pra ninguém muitas vezes incluà “se livrar do namoroâ€. E por maior que seja a paixão que sente pelo namorado (a) que será deixado pra trás, nunca é tão grande a ponto de “perder essa oportunidade única†de morar fora. É claro que, alguns irão defender, se existe mesmo um amor tão grande, a distância não destruirá o relacionamento, ou pelo menos não por completo. Enganam-se, “cabeça vazia, casa do diaboâ€, ou “o que os olhos não vêem o coração não senteâ€, ou milhares de outros ditados populares. E pode tirar seu cavalinho da chuva, nem você nem ele (a) são exceções. Além dos milhares de chifres que acontecerão, como constatei com diversos amigos nessa situação, a distância acaba, inevitavelmente, afastando o casal. Pode ser que depois dê tudo certo, mas você vai praticamente terminar e voltar a namorar com a mesma pessoa depois de um ano. Talvez o ideal seria fazer isso mesmo logo de uma vez, ou quem sabe adiar essa viagem. Eu sei que é uma proposta irrecusável, mas delas o mundo está cheio.
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29.09 - 11:29hs
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28.09 - 09:28hs
Como diria o poetinha VinÃcius de Moraes, a mulher tem que ter qualquer coisa que sofre, qualquer coisa que chora… mas você, reclusa no seu amplo mundo de possibilidades da mulher moderna pensa “sai dessa companheiro, eu quero é ser felizâ€, apontando o seu dedo de mulher acostumada a dar ordens e comandar equipes, ou, no mÃnimo, um dedo de mulher que indica o próprio caminho, feliz a sua maneira.
A tristeza de se saber mulher da qual falava VinÃcius não subjuga o feminino, mas exalta a mulher a um patamar sentimental incompreensÃvel para os machos de plantão, que mantém essa distinção tola entre o masculino e feminino dentro de si. Na verdade, a tristeza se torna bela, porque vêm da constância de vida amorosa. A mulher, citada em o samba da benção, é aquela que sabe que nasceu para amar, e sabe que o amor também traz muitos sofrimentos. Amar e servir, coisa que muito homem, ainda hoje, precisa aprender.
27.09 - 13:28hs
Bermudinha jeans e meias pretas que escondem a cor branca da pele. A maquiagem carregada também cumpre a mesma função, além de esconder as olheiras de noites e noites intermináveis. Na pista, a mulherada se joga, desce até o chão com um funk, seja ele de James Brown ou da Tati quebra barraco. Dançar a dois não significa mais mão na mão e a outra nas costas, deslizando levemente pra cintura. Ainda que algumas arrisquem o forró, geralmente as que gostam de saias rodadas e colares no pescoço, o entrelaçar de pernas e os giros caóticos passam longe do rostinho colado.
Dessa forma as olheiras e as camadas de corretivo vão só aumentar, na busca constante por aquela dança de corpo junto sem vergonha dos olhares alheios. A falta de palavras faz falta. Hoje o rapaz tem que pensar em algo inteligente, porém racional, pra dizer. Antes apenas o convite importava. “Poderia ter a honra de dançar com a senhorita†ou “Conceda uma dança a este nobre cavalheiro.†era suficiente, o resto, questão de pele.
O sexy não é sensual. O sexy tem um apelo vulgar, que, é claro, excita qualquer homem, mas a parte da conquista acaba ficando de lado. Que mundo é esse no qual os rostos colados são motivos de chacota? As últimas danças de uma mulher são em sua festa de 15 anos e em sua formatura. Se bobear, nem a chance de dançar com um prÃncipe ou padrinho a garota tem, reservando estes momentos especiais pra dançar com o próprio pai, que está bancando a festa.
Sinto falta da vitrola aberta na sala, dos ensaios dos passos em frente ao espelho, do sonho de ser rainha do baile. Hoje as coreografias estão reservadas às aulas de danças caras do Jaime Aroucha ou então a passos de axé. De uma forma ou de outra, a dança ficou solitária, como aquela garota que ficava sentada o baile inteiro, gritando por dentro:
“Tomara que alguém me tire pra dançar!â€
24.09 - 09:00hs
Japonês é tudo maluco.
Tudo bem, estou generalizando, mas é que cada vÃdeo novo que eu vejo na internet eu acredito mais que falta ou sobra um parafuso na cabeça desses japas.
Ponte do rio que cai e maratoma são fichinha perto das brincadeiras dos programas de auditório orientais…
E eu que achava que o Faustão tirava aquelas gincanas da própria cabeça…