Sim
N?o
DKT Internacional
Conto erótico: Intimidade virtual
9 de janeiro de 2012
Semi nua, entregue inteira
Éramos um pouco mais novos e morávamos em cidades diferentes… Confidentes, já tÃnhamos conversado sobre assuntos mais sexuais, numa honestidade peculiar dessas que a internet, essa puta, tira os pudores, que eu já não possuÃa mesmo…
Sempre na primeira pessoa, eu com minhas histórias, ele com as dele. Não eram poucas. As palavras digitadas abreviadamente nessa linguagem express, onde não há espaço para acentos e nem sempre tudo, ou quase nada é poesia, codificamos nosso tesão de forma que o erotismo concentrado nos nossos segredos (todos merecem um segredo…) eram latentes e faziam latejar a alma e tudo que existe dentro das roupas Ãntimas… à s vezes a calcinha era a falsamente inocente de algodão, noutras a vadia de rendas, sempre molhadas, sempre acusando uma perversão louca de me sentir Ãntima de um conhecido, quase estranho, que poucas vezes vi ao vivo…
Sábiamos dos desejos um do outro, da preferência pela nudez parcial, onde a presença de uma lingerie ou uma peça qualquer nos deixava muito mais atiçados que a coisa óbvia, na cara.
Penetrar na mente do outro era uma alternativa muito interessante à penetração pau/buceta, já que, morando tão longe, não seria simples consumar todo aquele tesão acumulado, toda aquela expectativa explÃcita, gostosa de sentir… Era uma fuga mental do tédio, um refúgio da rotina, à s vezes tão bege…
Enfim, depois de algum tempo ele veio ao RJ à trabalho, nos encontramos e não falamos nada. Subimos no hotel dele, pedi um mojito, nos beijamos e o gosto do hortelã, misturado aos gostos dele, quando digo gostos, falo dos fetiches e também dos seus sabores, pescoço, braços, pau… tudo familiar, quase Rodriguiano, quase infernal, parte doentio, parte romântico…
Eu estava de meias 7/8, ligas e lingerie preta de renda, ele mandou que eu as mantivesse e eu obedeci, entregue, numa doçura que só a maldade é capaz de despertar em mim.
Afastou a calcinha pequena e me chupou, enquanto colocava os dedos dentro de mim. Gozei rápido e pedi que ele metesse. Ele não me deixou esperando e logo, estava dentro de mim, forte e devagar, mas muito intenso.
Senti a mão nos meus peitos e cintura enquanto ele me comia de quatro, pois a única peça que faltava do conjunto era o soutien, o resto permanecia intacto, num jogo de esconde/mostra que só uma lingerie filha da puta sabe fazer, com o perdão da palavra.
Tive mais um punhado de orgasmos, entre beijos, mordidas, movimentos mais bruscos e palavras sujas, aquelas de beleza Ãmpar, que completaram a trepada até ele gozar, com uma fúria satisfeita.
Não foi como imaginávamos. Foi melhor, mais Ãntimo do que se as palavras digitadas fossem verbalizadas sonoramente, nos meses que precederam o encontro fora do mundo virtual.
Ele foi embora, e junto com ele, alguns limites que precisavam ser testados.
Virtuosos que somos, voltamos à rotina normal e hoje sabemos a valia que um teve na vida do outro, sem que fosse necessária uma palavra sequer, sobre aquela noite, única e nossa.
Ah, os segredos…
@pietraprincipe , que tá meio ‘Sabrina’ meio ‘Wando’ hoje, rs
Conto erótico: Augusta
Dicas de Etiqueta Sexual, CapÃtulo Primeiro
Vulgaridade Peculiar
A mulher quando quer
Conto erótico: Sexo Sintático
“Me come, me cospe, me beija”. Qual seu segredo sexual?
Orgasmos fake. Você está muito enganada.
Conto erótico: Submersos
receba nossa newslleter
amizade
amor
bebida
beijo
camisinha
casal
casamento
cinema
comportamento
conto
conto erótico
dança
desejo
dicas
erótico
fantasia
fetiche
filme
fofoca
homem
homens
humor
intimidade
masturbação
mulher
mulheres
música
orgasmo
paquera
pornô
prazer
promoção
relacionamento
relacionamentos
sensual
Sexo
sexo oral
squirts
tesão
trabalho
traição
vergonha
vibrador
vÃdeo
vÃdeo da semana
Você tem mais de 18 anos?
Sim
Não