Sábado à noite, ele chegou com uma garrafa de saquê, eu abri a porta de meia arrastão, com o perdão do trocadilho infame, o arrastei para o quarto, onde a meia luz esperava, pronta pra me dar inteira.
    Sem trocar uma palavra, nem tirar os saltos, ajoelhei, tirei sua bermuda e fiquei ali por um bom tempo, mas com certo cuidado de parar à s vezes, pois não queria que aquele ‘momento’ acabasse tão cedo… Um gole na garrafa de saquê, um gole vocês sabem onde, e eu pedi, excitada, mas calma: Mete.
    Ele me deitou na cama, colocou a camisinha, empurrou minhas pernas pra cima, de modo que meus pés chegavam a encostar no meu rosto e me comeu devagar, mas muito intensamente. Eu conseguia senti-lo inteiro e tinha que me concentrar pra não gozar… Não ainda.
   A posição da trepada nos permitia uma proximidade Ãmpar de boca com boca e nos lambÃamos, beijávamos e cuspÃamos enquanto a respiração ia ficando mais ofegante e sôfrega, quase um torpor, quase uma embriaguez, e o saquê ainda estava quase todo na garrafa…
   Ele segurou forte nos meus quadris, enquanto falava meia dúzia de palavras sujas e certas, que não repetirei aqui e gozamos juntos. E assim começou o fim de semana. Eu me acabando. E adorando…
 Bom final de semana, não esqueçam a camisinha,
  @pietraprincipe














