Conto erótico: As três estudantes malditas e o delicioso sexo hipócrita
21.08 - 02:48hsEra mais nova. Muito mais nova, não digo o quanto. Entre os livros de matemática que não pareciam ter lógica, devaneios e descobertas de menina maldita que não hesita em aprender tudo que lhe possa dar prazer.
Tinha um arrepio estranho e gostoso ao trocar com os garotos da escola, aqueles idiotas, o trabalho de Literatura pronto e assinado com meu nome por uma simples amostra rápida do seio direito, num dos cantos daqueles corredores… Cheios de alunos inocentes. Gostava também de, no fim de semana, dormir na casa das amigas, com quem ficava a imaginar como seria ser tocada por um homem de verdade. Às vezes, conversávamos até a madrugada sobre o assunto, e me surpreendia ao sentir a calcinha de algodão cor de rosa clara, molhada.
Geralmente esses pernoites eram na casa da colega de classe Julia, que morava com a mãe separada, o que naquela época era um vexame, e ela dormia muito cedo, eternamente infeliz com a partida do marido; partindo calmantes em vários pedaços, sempre em seu próprio planeta, sempre dizendo sim à tudo que nós “meninas” lhe pediam. Numa permissividade extremamente conveniente para nossas mentes adolescentes fervilhando de ideias…
Dessa vez éramos três: Eu, Isabel e Julia, em sua casa para mais um final de semana tentando imitar as maquiagens das mulheres das revistas, tomando sol à tarde no quintal e depois o banho, comparando nossos corpos tão mudados, tão rapidamente!
Isabel tinha os seios enormes e eu ficava admirando… Nenhuma das três tinha sido beijada ainda, e na “brincadeira” de ensaboar umas às outras, Julia propôs que “ensaiássemos”. Eu e Bel rimos, num misto de medo e tesão.
Já era noite e estávamos no quarto enorme de Julia, os cabelos ainda úmidos assim como outras partes. Isabel decidiu “treinar” o beijo de língua com Julia. Me enfiei no meio, safada feito um diabo e disse que também queria experimentar. Parecia tão natural e tão emocionante também… Revezávamos os beijos, as três, e quando me dei conta estávamos nuas, sentindo os cabelos, a língua, os corpos e as mãos umas das outras. Julia me lambeu os seios e depois chupou minha buceta e eu ia derretendo de tanto prazer, enquanto Isabel se masturbava, lânguida. Passamos a noite nos descobrindo, beijos demorados, muita esfregação e risadinhas adolescentes. Depois de vários orgasmos intensos, densos e novos, caímos ‘mortas’ na cama, abraçadas.
Acordamos cúmplices. Nossas cabecinhas perturbadas já planejavam o próximo delito, as férias estavam chegando! Queríamos casar virgens, é claro. Escolhemos um vizinho mais velho de Julia, que pulava o muro sempre que nos era conveniente. Aprendemos muitas coisas com o nosso quarto companheiro de quarto. Como chupar um pau, ser penetrada, e continuar “intactas” entre muitas outras coisas, que, eu juro, não tenho coragem de contar. ;-) Aquele verão deixou saudades.
Casamos de branco e cada uma foi dama de honra da outra. Pois éramos damas e tínhamos muita honra. Feliz hipocrisia…
@pietraprincipe
Trilha sonora do post: *Baby- Raul Seixas
“É pau, é pedra…” Qual o nome do seu??
15.08 - 01:55hsOi, amigos! Hoje temos uma questão dissertativa por aqui…Vamos falar de partes íntimas: pênis e vagina! Ah não! Essa terminologia é muito ESCROTA! Oh, wait! rs
Quando ainda somos beeem pequenininhos, mamãe e papai costumam dar nomes aos nossos órgãos sexuais, geralmente para que lembremos de lavá-los no banho, ou ”tirar a mão da PERERECA”, no caso de você ser menina e “é isso aí filhão, que PINTÃO, hein?” no caso de você ser um iludido menininho…
Crescemos, e se você tem sorte seu pinto se transforma em galo, ou melhor, “PIRU”! As pererecas pulam (com trocadilho, sempre) pra XOXOTA, XERECA e nas variações de “rap contemporâneo” a sucinta, e por quê não, abreviada “XXT”…
Iniciamos a vida sexual e de repente, nas verbalizações explícitas na hora do sexo, o “XIBIU” do Jorge Amado, digo, da Gabriela, se sentiriam enrubescidos com tantas nomenclaturas…
PAU, BUCETA, CARALHO, JEBA, BENGA, XANINHA, PICA, PREXECA, PERSEGUIDA, PIROCA, MASTRO, ROLA… hihihihi….
Eu quero saber de vocês, como vocês gostam de ter as “vergonhas” chamadas??? ;-)
Pra ninguém ficar tímido, eu começo:
Pau é o meu favorito (em todos os sentidos, rs) se tratando de nomes para o ‘duzômi’ e buceta para chamar a que mora dentro da minha calcinha! =)
Odeio o termo PIROCA e JEBA! MEDOOOOOOOOOOO! Hahahahaha!
E você? QUAL O SEU NOME? TEM APELIDO?
Beijos lá,
@pietraprincipe
*A foto q ilustra o post é das gravações da terceira temporada do Papo Calcinha, meu programa no Multishow, terça com a Luh e quinta comigo, às 23:30! O hômi com pau na mão é o Marcelinho, querido da equipe, responsável, entre muitas outras funções que esqueci, a mais importante: de manter meu copo cheio. Bons Drink.
Espelho no Teto: Os benefícios (ou não) de frequentar motéis
09.08 - 03:01hsTodo mundo aqui (eu espero) já foi à um motel. Tem gente que detesta, e não são só mulheres, já tive um namorado que odiava… EU AMO!
Pra começar: Adoro o clima de ‘esquecer os problemas’ que essa fug(d)idinha do mundo proporciona, em períodos de 2, 4, 6 ou 12 horas! rs
Vejo muitas pessoas reclamando que tem nojo da banheira, que acha que vai engravidar se entrar na piscina(hahaha) , mas meus amigos, ISSO É TOC. À não ser que você tenha escolhido um lugar MUITO RAMPEIRO mesmo, é provável que as suítes sejam mais limpas que as suas casas, com as suas bactérias já amicíssimas e etc…
Acho tão delícia, quando, por exemplo, já namorando, tiro valiosas 12 horinhas pra fazer tudo que há de mais gostoso; que não é SÓ SEXO! Você chega no local e já se diverte com os nomes das suítes, “Panorâmica”, “Sado”, “Faraônica”… se tiver faltando $$$ pede “standard” que costuma ser a mais econômica, mas certifique-se de que tem BANHEIRO DENTRO, né? Você estaciona o carro, quando existe carro e torce MUITO pra não encontrar algum conhecido de cabelo molhado saindo de um quarto, ou seja, EMOÇÃO!
Estão dentro da suíte, ok! Se você não escolheu um daqueles tediosos motéis minimalistas (nesse caso acho que você devia ir trepar num Hotel, sendo honesta.) você se depara com aqueles quadros de seios cônicos de gosto um tanto quanto duvidoso! Vocês riem, cúmplices. Aí tem aquela MINI BOATE, que eu acho o que há de mais cafona e fodão, É DEMAIS! Se tiver luz vermelha, “molher”, aproveite! Nunca seu corpo ficará tão bonito, a não ser que você use creme adobe…
Cama gigante, espelho no teto e nas paredes, que delícia! Hora de perder a vergonha e pensar: “hihihi, até que eu seria incrível num filme pornô…” <3 E por falar em pornô… Ah! O “cine privé”!! Se você não está preparada pra um menáge, amiga, deixa rolar o filme e fantasia… Mesmo sendo muito ufanista de meu país, serei sincera: NÃO ASSISTO PORNÔ NACIONAL. Não gosto quando as mulheres gemem no filme (na vida tampouco, né?) tipo “AIAMMMMMM, AIMMMMMMM!”… Prefiro ficar com o “your pussy is so sweet” e blablablá!
Os lençóis branquinhos pedem uma foda elaborada, e a cama que não faz “nhéc, nhéc” igual na sua casa, deixam você, mesmo sem óculos ridículos, em outra dimensão… é dia de experimentar aquele sexo anal que você tá tentando há tempos, mas a rotina deixa pra amanhã e mais que isso, hora de relembrar o valor da união gastando horas com beijo na boca… Gozar uma, duas, três vezes e parar, abrir o frigobar, beber algo, pedir um jantar, por quê não? Comida de motel é boa também! Aí vocês riem da vida enquanto esperam, tomam uma ducha com aquele shampoozinho que deixa seu cabelo mais duro que o pau do namorado, enchem a banheira, afinal, ESTÃO GASTANDO, logo TEM QUE APROVEITAR TUDO! Hahahaha
Comem, dessa vez a refeição não é você, entram na banheira e brincam de soprar bolhas de sabão um na cara do outro e lembram que a vida é mesmo muito mais que sexo!
Dormem, mortinhos, acordam na pressa, pois têm que trabalhar, pedem a conta, que vem com café, que vem acompanhado de alguns daqueles últimos bombons da caixa… (Sempre sou premiada com bombom Caribe, rs)
E voltam à vida menos Real, mas vão pra labuta cansados, porém felizes… às vezes um gasto tão simples pode reforçar os laços das nossas relações, que mesmo sem percebermos, perecem dia a dia, no silêncio das mesmas paredes de sempre….
*trilha sonora do post: “You can leave you hat on”- Joe COCKer e (M)”Hotel California” - Eagles
Bom período,
@pietraprincipe
PS: NÃO TIRAR AQUELAS FOTOS CAFONAS JAMAIS DENTRO DE UM MOTEL. POR MIM! AMO VOCÊS! rs
Descomplicada e imperfeitinha
03.08 - 22:52hsHoje vim aqui falar com vocês sobre a realidade. Ninguém é perfeito, eis o clichê, todos sabemos, mas é mesmo muito difícil aceitar.




