Amigo da onça
01.07 - 10:28hsPaula (nome fictício) estava à mesa do bar com o namorado e um casal de amigos bastante íntimos. Os dois meninos falavam de como era complicado ficar esperando as parceiras terem vontade para fazer sexo, frequência que - no caso deles - ia diminuindo com o passar do tempo. Para eles, do jeito que falavam, a coisa parecia ser meio orgânica demais, como uma necessidade fisiológica. O amigo do namorado de Paula começou a falar que às vezes, só de pensar em transar, ao acordar ao lado da namorada, ficava excitado, “em ponto de bala”, segundo palavras dele. Quando a namorada do rapaz levantou para ir ao banheiro, ele confessou que às vezes, para driblar a falta de vontade da namorada, se masturbava pensando em outras mulheres. Não demorou para o jeito dele olhar para Paula ficar diferente. Ela percebeu. O namorado dela, não. De repente ela sentiu a perna do amigo do namorado roçar na dela, por baixo da mesa… chavão total, mas o susto foi grande. Não se moveu. E o amigo não se conteve: foi passeando pela panturrilha, joelho, até chegar entre as coxas da menina, que se ajeitou na cadeira, meio sem graça. A namorada do guri logo voltou do banheiro e o papo esfriou. Ela, com as bochechas coradas, sugeriu ao namorado para irem embora. Na fila do caixa, enquanto o namorado pagava, o amigo chegou perto dela para se despedir e, num forte abraço, cochichou ao seu ouvido: penso em você na cama. Situação! Até contar essa história ao blog, a decisão de Paula foi se afastar do amigo e não contar nada ao namorado, que segundo ela poderia acusá-la de assediar o “coitadinho”. O que ela queria mesmo era desabafar e saber se algo parecido já aconteceu com mais alguém e como fazer nessas horas…
A grama do vizinho - Parte 2
23.05 - 10:17hs(se vc chegou agora, leia o post do dia anterior… essa é uma história de amor, sexo, dúvidas e prazer)
… Débora pôs a calcinha nova, pequenininha, que comprou para usar com o marido, mas que nem chegou a estrear. Passou o hidratante com cheiro de morango, usou o melhor perfume e comprou um vestidinho
simples, mas atraente. Não tinha coragem de transar com um cara “estranho”, ainda mais sendo casada, mas fez como se fosse solteira e fosse para a balada com o gatinho com quem começou a sair. Esperou a uma esquina de casa. O colega de trabalho, assim que ela entrou no carro, perguntou: “Que foi? Tá estranha”. E ela, caindo na risada: “Tô nervosa, né?” Foi a deixa para ele perceber que havia ali mais que segundas intenções. O jantar foi divertidíssimo. O bom humor do amigo era o que ela precisava para esquecer a culpa. “Não. Não vou transar com ele”, pensava ela. Quando saíram, ele fazia o caminho da casa dela, quando encostou o carro. Olhou fundo nos olhos da moça, morena de olhos verdes e assustados. Segurou-a pela nuca e a puxou contra seu corpo. Frio na barriga. Nariz encostado com nariz. E um beijo. Daqueles longos, devagarinho, sem pressa. Os olhares culpados depois de se afastarem não negavam: havia vontade de mais. Débora se
entregou aos carinhos por 20 minutos. Mas não transou. Chegou em casa e abraçou o marido. Transaram até o amanhecer.
A grama do vizinho…
22.05 - 11:09hsDizem que a grama do vizinho parece ser sempre mais verde que a do nosso jardim, certo? Pode não ser bem assim, mas às vezes a gente se dá conta de que a grama de casa tá é feia. Seca. Amarelinha. Foi assim com a Débora (nome fictício pra preservar a moça). Ela ainda é casada. Segundo casamento. A Débora tem um filho, do primeiro marido. E vive com um cara apaixonado por ela, mas todo cheio de manias. Na verdade, o cara é uma loja de conveniência: faz tudo o que ela quer, pra ela e para o filho. Mas em matéria de carinho e cama, o sujeito é uma negação. E a Débora andou se engraçando com o rapazinho que senta perto dela no trabalho. Tudo começou numa tarde de sábado, em que os dois estavam fazendo um dia extra. Papo vai, papo vem, o cara casado também, começaram a reclamar da vida a dois, sem sal. E fizeram uma aposta boba… quem era o parceiro mais pacato. Quem ficasse mais dias sem transar com o marido/mulher, apesar de tentar e tentar provocar a vontade no outro, pagava um jantar. Débora, claro, teve de pagar o jantar. Vc quer saber mais?
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