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Perfumes Afrodisíacos

03.06 - 09:13hs

Estudos científicos já comprovaram a existência dos feromônios, hormônios que desencadeiam uma série de reações no sexo oposto. Teoricamente eles ajudavam na preservação da espécie. Claro que o feromônio não vai dizer se a pessoa tem “a pegada” ou não, mas serviam como aquela primeira química que rola quando você olha pra alguém.

Baseados no fato de que os desodorantes, perfumes, e até mesmo as roupas inibem esses feromônios naturais, algumas empresas criaram perfumes com ativadores de feromônios para ajudar na atração.

Pelo que parece, os perfumes possuem feromônios produzidos em laboratório ou algumas substâncias que ativam a produção de feromônio pelo próprio corpo.

Este site fala sobre o assunto e indica alguns lugares para comprar.

Muitos garantem até 75% de aumento na atração, deixando as mulheres mais sensuais e os homens mais másculos. Acho bem difícil que esse dado seja real, porque se fosse assim, alguns gatinhos não iriam conseguir nem andar na rua com tanta gente secando. Imagine só o que esse perfume não faria com o ambiente de trabalho ou se uma garota usasse o perfume e o próprio irmão não conseguisse se segurar…

Claro que essas possibilidades são surreais, e eu acho que se você precisa de um perfume pra atrair alguém, vai precisar de muitas outras coisas pra manter a pessoa ao seu lado, mas confesso que fiquei curiosa pra “testar” o efeito por aí.

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Vídeo da semana - hora do banho

03.03 - 01:00hs

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Amigo da onça

01.07 - 10:28hs

Paula (nome fictício) estava à mesa do bar com o namorado e um casal de amigos bastante íntimos. Os dois meninos falavam de como era complicado ficar esperando as parceiras terem vontade para fazer sexo, frequência que - no caso deles - ia diminuindo com o passar do tempo. Para eles, do jeito que falavam, a coisa parecia ser meio orgânica demais, como uma necessidade fisiológica. O amigo do namorado de Paula começou a falar que às vezes, só de pensar em transar, ao acordar ao lado da namorada, ficava excitado, “em ponto de bala”, segundo palavras dele. Quando a namorada do rapaz levantou para ir ao banheiro, ele confessou que às vezes, para driblar a falta de vontade da namorada, se masturbava pensando em outras mulheres. Não demorou para o jeito dele olhar para Paula ficar diferente. Ela percebeu. O namorado dela, não. De repente ela sentiu a perna do amigo do namorado roçar na dela, por baixo da mesa… chavão total, mas o susto foi grande. Não se moveu. E o amigo não se conteve: foi passeando pela panturrilha, joelho, até chegar entre as coxas da menina, que se ajeitou na cadeira, meio sem graça. A namorada do guri logo voltou do banheiro e o papo esfriou. Ela, com as bochechas coradas, sugeriu ao namorado para irem embora. Na fila do caixa, enquanto o namorado pagava, o amigo chegou perto dela para se despedir e, num forte abraço, cochichou ao seu ouvido: penso em você na cama. Situação! Até contar essa história ao blog, a decisão de Paula foi se afastar do amigo e não contar nada ao namorado, que segundo ela poderia acusá-la de assediar o “coitadinho”. O que ela queria mesmo era desabafar e saber se algo parecido já aconteceu com mais alguém e como fazer nessas horas…

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A grama do vizinho - Parte 2

23.05 - 10:17hs

(se vc chegou agora, leia o post do dia anterior… essa é uma história de amor, sexo, dúvidas e prazer)
… Débora pôs a calcinha nova, pequenininha, que comprou para usar com o marido, mas que nem chegou a estrear. Passou o hidratante com cheiro de morango, usou o melhor perfume e comprou um vestidinho
simples, mas atraente. Não tinha coragem de transar com um cara “estranho”, ainda mais sendo casada, mas fez como se fosse solteira e fosse para a balada com o gatinho com quem começou a sair. Esperou a uma esquina de casa. O colega de trabalho, assim que ela entrou no carro, perguntou: “Que foi? Tá estranha”. E ela, caindo na risada: “Tô nervosa, né?” Foi a deixa para ele perceber que havia ali mais que segundas intenções. O jantar foi divertidíssimo. O bom humor do amigo era o que ela precisava para esquecer a culpa. “Não. Não vou transar com ele”, pensava ela. Quando saíram, ele fazia o caminho da casa dela, quando encostou o carro. Olhou fundo nos olhos da moça, morena de olhos verdes e assustados. Segurou-a pela nuca e a puxou contra seu corpo. Frio na barriga. Nariz encostado com nariz. E um beijo. Daqueles longos, devagarinho, sem pressa. Os olhares culpados depois de se afastarem não negavam: havia vontade de mais. Débora se
entregou aos carinhos por 20 minutos. Mas não transou. Chegou em casa e abraçou o marido. Transaram até o amanhecer.

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A grama do vizinho…

22.05 - 11:09hs

Dizem que a grama do vizinho parece ser sempre mais verde que a do nosso jardim, certo? Pode não ser bem assim, mas às vezes a gente se dá conta de que a grama de casa tá é feia. Seca. Amarelinha. Foi assim com a Débora (nome fictício pra preservar a moça). Ela ainda é casada. Segundo casamento. A Débora tem um filho, do primeiro marido. E vive com um cara apaixonado por ela, mas todo cheio de manias. Na verdade, o cara é uma loja de conveniência: faz tudo o que ela quer, pra ela e para o filho. Mas em matéria de carinho e cama, o sujeito é uma negação. E a Débora andou se engraçando com o rapazinho que senta perto dela no trabalho. Tudo começou numa tarde de sábado, em que os dois estavam fazendo um dia extra. Papo vai, papo vem, o cara casado também, começaram a reclamar da vida a dois, sem sal. E fizeram uma aposta boba… quem era o parceiro mais pacato. Quem ficasse mais dias sem transar com o marido/mulher, apesar de tentar e tentar provocar a vontade no outro, pagava um jantar. Débora, claro, teve de pagar o jantar. Vc quer saber mais?
Volte ao blog da Delicious amanhã…

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