Gabi sempre foi linda, desde criança. Cresceu e se tornou uma moça de corpo perfeito, com um belo sorriso estampado no rosto e dona de um maravilhoso par de olhos verdes. Sempre que Sérgio ia ao bar em que a garota trabalhava, ficava filosofando sobre os olhos dela, comparando aos de Capitu, a famosa dona do olhar de ressaca.
Ela também o achava um cara bonito, mas como estava acostumada com cantadas, o ignorava, assim como os outros que freqüentavam aquele bar.
Certo dia, a coisa mudou. Ela foi até a mesa dele anotar o seu pedido, virou de costas e ele colocou um bilhetinho na saia curta de seu uniforme. Gabi foi até o banheiro e leu o recado que perguntava a que horas ela sairia do trabalho. Imediatamente, a idéia veio. Ela pegaria um cigarro, com a desculpa de que ia sair pra fumar, aproveitando o baixo movimento de clientes na lanchonete e também a ausência do patrão. Ela saiu pelo hall do restaurante, passando por ele e acenando discretamente para Sérgio acompanhá-la. Chegando lá fora, ela perguntou onde estava estacionado o carro dele, e foram até o veÃculo. Gabi falou pra ele:
-Quer me comer, não quer? Então abre logo esse carro que o tempo é curto.
Marcelo estava meio assustado, mas feliz com a situação. Tão feliz que a calça dele parecia que ia estourar com tanta excitação. E que pacote, viu? Obedeceu à Gabi direitinho…
Ela já estava ensopada, tamanho era o desejo de fazer aquela loucura com aquele cliente gato que tanto a cantava. Só usava calcinhas minúsculas, para não marcar no uniforme. Não deu cinco minutos, e a lingerie já estava jogada no assoalho do veÃculo, enquanto a boca de Sérgio já chupava Gabi com gosto, fazendo-a gemer, pedir mais, e levando a garota ao nirvana.
Gabi pegou no pau de Sérgio e alisava-o batia uma punheta pra ele e admirava por ter um membro grande, liso e duro, de um jeito que ela nunca viu igual. Colocou-o na boca, o chupava com gosto, flertando com Sérgio, que queria mais. Enquanto ela o chupava, levou a mão até a sua vagina e a acariciava, que sensação deliciosa!
Diante de tanta excitação, Gabi pediu com um tom de desespero de quem quer ser comida logo, e gritou:
-Mete em mim!
Sérgio só virou a garçonete safada de costas, levantou a saia do uniforme da garota e meteu-lhe o pau devagar, quase levando Gabi ao orgasmo. A partir daÃ, a coisa ficou mais forte, ele penetrava de maneira mais bruta, dando tapas na bunda dela, apertando-a. Gabi, louca de tesão não agüentou, teve um dos mais belos orgasmos, aos gritos que faziam eco no estacionamento vazio. Ele continuava, com cada vez mais força. Penetrou com muito mais força e gozou muito, enchendo a camisinha com muita porra.
O clima esfriou um pouco e Gabi se lembrou do trabalho. Saiu com a desculpa que ele já imaginava qual seria. Foi ao banheiro, disfarçou os arranhões e chupões com maquiagem e logo percebeu que estava sem calcinha. Sérgio lembrou-se do que ela esqueceu no carro e deixou lá.
Uma semana depois, Sérgio foi á lanchonete novamente. Gabi veio atendê-lo com olhar malicioso e ele só sugeriu que ela fosse buscar o objeto esquecido no meio de tanto tesão.













