Sim Não

 

A Garçonete

23.02 - 10:10hs

Gabi sempre foi linda, desde criança. Cresceu e se tornou uma moça de corpo perfeito, com um belo sorriso estampado no rosto e dona de um maravilhoso par de olhos verdes. Sempre que Sérgio ia ao bar em que a garota trabalhava, ficava filosofando sobre os olhos dela, comparando aos de Capitu, a famosa dona do olhar de ressaca.

Ela também o achava um cara bonito, mas como estava acostumada com cantadas, o ignorava, assim como os outros que freqüentavam aquele bar.

Certo dia, a coisa mudou. Ela foi até a mesa dele anotar o seu pedido, virou de costas e ele colocou um bilhetinho na saia curta de seu uniforme. Gabi foi até o banheiro e leu o recado que perguntava a que horas ela sairia do trabalho. Imediatamente, a idéia veio. Ela pegaria um cigarro, com a desculpa de que ia sair pra fumar, aproveitando o baixo movimento de clientes na lanchonete e também a ausência do patrão. Ela saiu pelo hall do restaurante, passando por ele e acenando discretamente para Sérgio acompanhá-la. Chegando lá fora, ela perguntou onde estava estacionado o carro dele, e foram até o veículo. Gabi falou pra ele:

-Quer me comer, não quer? Então abre logo esse carro que o tempo é curto.

Marcelo estava meio assustado, mas feliz com a situação. Tão feliz que a calça dele parecia que ia estourar com tanta excitação. E que pacote, viu? Obedeceu à Gabi direitinho…

Ela já estava ensopada, tamanho era o desejo de fazer aquela loucura com aquele cliente gato que tanto a cantava. Só usava calcinhas minúsculas, para não marcar no uniforme. Não deu cinco minutos, e a lingerie já estava jogada no assoalho do veículo, enquanto a boca de Sérgio já chupava Gabi com gosto, fazendo-a gemer, pedir mais, e levando a garota ao nirvana.

Gabi pegou no pau de Sérgio e alisava-o batia uma punheta pra ele e admirava por ter um membro grande, liso e duro, de um jeito que ela nunca viu igual. Colocou-o na boca, o chupava com gosto, flertando com Sérgio, que queria mais. Enquanto ela o chupava, levou a mão até a sua vagina e a acariciava, que sensação deliciosa!

Diante de tanta excitação, Gabi pediu com um tom de desespero de quem quer ser comida logo, e gritou:

-Mete em mim!

Sérgio só virou a garçonete safada de costas, levantou a saia do uniforme da garota e meteu-lhe o pau devagar, quase levando Gabi ao orgasmo. A partir daí, a coisa ficou mais forte, ele penetrava de maneira mais bruta, dando tapas na bunda dela, apertando-a. Gabi, louca de tesão não agüentou, teve um dos mais belos orgasmos, aos gritos que faziam eco no estacionamento vazio. Ele continuava, com cada vez mais força. Penetrou com muito mais força e gozou muito, enchendo a camisinha com muita porra.

O clima esfriou um pouco e Gabi se lembrou do trabalho. Saiu com a desculpa que ele já imaginava qual seria. Foi ao banheiro, disfarçou os arranhões e chupões com maquiagem e logo percebeu que estava sem calcinha. Sérgio lembrou-se do que ela esqueceu no carro e deixou lá.

Uma semana depois, Sérgio foi á lanchonete novamente. Gabi veio atendê-lo com olhar malicioso e ele só sugeriu que ela fosse buscar o objeto esquecido no meio de tanto tesão.

Domingo quente

17.02 - 10:00hs

Era um domingo como vários outros de verão, o calor era tanto que me fez sair da cama mais cedo que o normal. Depois deligar a TV e zapear por quase 150 canais de inutilidade, tomei o café da manhã e decidi ir para a piscina do prédio. A muito tempo não ia e pensei, quem sabe tem alguma coisa interessante por lá?

Estava sozinha e cheia de pensamentos mais quente que o calor daquele dia. Fui para meu quarto tirei meu pijaminha e completamente nua, comecei a me divertir passando o protetor solar pelo meu corpo. Sentir aquele creme na minha pele foi me deixando cada vez mais excitada e quando dei por mim estava deitada na cama toda lambuzada de creme e me tocando de uma maneira que me levou aos céus.

Depois de recomposta coloquei meu biquíni mais sexy (sim, eu ainda estava excitada) e desci para a piscina. Quando cheguei estava sozinha, era muito cedo coloquei meus fones de ouvido, deitei na espreguiçadeira e deixei o sol tomar conta. Estava ali deitada pensando no que havia feito pela manhã e comecei a me animar novamente.

Estava totalmente distraída quando escutei um: oi, bom dia. Quando me virei, pensei que meus sonhos haviam se tornado realidade. Do lado da minha cadeira estava aquele homem lindo, me lembro de ter visto aquele rosto algumas vezes passando por mim no hall do prédio, mas nunca tinha dado muita atenção. Mas ali de pé, vestindo apenas um sungão e somado ao meu animo matinal ele me pareceu o homem mais gostoso do mundo.

Imediatamente me virei, soltei meus cabelos e comecei a fazer um charminho para ser notada. Não demorou muito senti aqueles olhos me medindo de cima a baixo, o que é claro me deixou ainda mais animada.

Imediatamente perguntei:

-Você é novo no prédio? Nunca te vi aqui na piscina, qual seu nome?

Foi só um jeitinho de puxar conversa, descobri que ele era de fora e tinha se mudado para a cidade a poucos meses. Depois de conversarmos um pouco, eu o convidei para um mergulho. Claro que fui na frente para exibir meu corpo e parece que ele gostou do que viu. Pulei na água e logo depois ele veio. Quando vi aquela delicia dentro da água fingi uma câimbra e me atirei naqueles braços. Ele me segurou, olhou nos meus olhos e disse:

-Parece que não é bem uma câimbra que você tem né?

Eu sorri e ele me deu um beijo tão gostoso que me deixou ainda mais excitada.

Ali dentro da piscina começamos um amasso desses de cinema, nem o frio da água apagava o nosso fogo e quando vi que a coisa não ia parar por ali, não tive outra opção a não ser convidá-lo pra o meu apartamento.

Subimos rapidamente quase explodindo de tesão, continuamos a nos esfregar no elevador com aquela sensação do perigo de ser pego por algum vizinho e sabendo que o porteiro estava vendo tudo pela câmera de segurança.

Entramos no apartamento e fui logo arrancando aquela sunga e me deliciando com aquele sexo, coloquei tudo dentro da minha boca e vi que ele estava ficando louco. Imediatamente ele arrancou meu biquíni e me virou de um jeito que nós dois nos chupávamos como loucos(vocês entendem o que quero dizer né?). E assim entre sussurros e gemidos, foi o nosso primeiro orgasmo.

Mas não parou por aí, depois de alguns minutos de descanso começamos novamente. Dessa vez eu queria sentir aquele homem dentro de mim, eu já estava encharcada e louca para ser penetrada. Ele me pegou e me comeu de um jeito que eu nunca havia sido comida antes. Eu sentia ele pulsando dentro de mim e eu latejava de tanto prazer.

Passamos o domingo assim entre descansos e sexo. Quando não conseguíamos mais, ele se levantou e disse que precisava ir. Nem dei muita bola, já tinha aproveitado tudo que podia, ele se vestiu e foi embora.

Fiquei deitada em minha cama por um tempo pensando em como foi bom aproveitar aquele domingo quente.

Só pra relembrar

15.02 - 10:00hs

Realmente, não éramos um casal exemplar, mas transávamos como ninguém. Terminamos porque seria melhor mesmo, eu o traía cada vez que ele aprontava uma comigo. Tinha aquele pensamento de “chifre trocado não dóiâ€, e me divertia com outros quando queria me vingar. A gente brigava demais por causa dessa rotina doentia.

A saudade bateu, e resolvi acertar as contas com aquele cafajeste. Eu conhecia muito bem o dia a dia dele, sabia a que horas poderia encontrá-lo em sua casa, há poucos metros da minha. Fui até lá, aproveitei que o sujeito havia chegado do trabalho, e sabia que ele ia tomar um banho. Apertei a campainha, ele apareceu na janela, já sem camisa e de toalha enrolada na cintura. Sua primeira reação foi perguntar: “Você por aqui?â€, e como já havia ensaiado, depois de tantas noites em claro sonhando em tomar coragem pra matar a saudadezinha, só respondi que ia entregar algumas coisas dele que ficaram comigo. Foi simples, e ele, sempre muito educado, abriu a porta gentilmente.

Dei um beijo em seu rosto, perguntei como iam as coisas, até ai tudo bem. Disse que ele poderia ficar à vontade pra tomar o seu banho, e ele foi.

A mania de deixar a porta sempre destrancada foi o que me ajudou. Fiquei nua e invadi o banheiro. Ofereci-me a ele, dizendo que morria de saudades daquela pegada que ele tinha, daquela mão com dedos enormes. Tinha mesmo, muitas lembranças boas da maneira com que ele apertava a minha cintura.

Depois daqueles apertões que me deixaram excitadíssimas, as suas mãos foram até o meio das minhas pernas, logo os dedos começaram a trabalhar no meu clitóris, logo a sua língua veio também, e eu gritava de tanto prazer. Saímos do banheiro, para continuar de maneira confortável. Puxei-o pelo pau até o quarto, lá fiquei de quatro e me deliciava demais com aquela coisa enorme na minha boca. Apanhei no bumbum, e ele sabia que eu gostava. Olhava nos olhos dele e o conhecia muito bem, sabia como enlouquecê-lo. Até que ele me empurrou e disse: “fica de costas, vadia!â€. E metemos muito naquele final de tarde, e me fez gozar demais, ele curtia muito me ver em êxtase.

Deixei-o fazer tudo o que queria comigo, eu adorava ser escrava do dono das mãos tão maravilhosas e quentes. Ele me sujou inteirinha com o seu gozo, do jeito que ele gostava…

Depois de um banho gostoso, me vesti e dei um beijo no rosto dele. O canalha até perguntou se eu não ficaria mais um pouquinho. A resposta já estava na ponta da língua: “Pra quê? O que eu queria de você, eu já consegui. Tchau.â€

Mais um fetiche cumprido

10.02 - 10:00hs

Juliana e Ricardo namoravam há algum tempo e queriam extrapolar. Depois de várias conversas, algumas terminaram em brigas, decidiram cumprir seus fetiches.

Ricardo, como todo homem que conheço, tinha fetiche por mulheres se pegando. Juliana, já havia pensado na possibilidade, mas deixou pra lá. Era complicado pra ela ver o homem que lhe pertencia comendo outra na fernte dela. Mas depois de tanta conversa, superou o ciúme.

Cíntia era a melhor amiga de Juliana, que não conseguia pensar em outro nome pra participar da festinha. Como a conhecia muito bem, sabia que ela não fugiria.

Então Juliana tramou tudo. Convidou Cíntia para ir até seu apartamento. Lá estavam as duas, sozinhas, e resolveram beber alguma coisa. Alguns drinks depois, elas brincavam entre si com algumas mordidinhas por todoo corpo, chegando aos mamilos, enlouquecendo-as aos poucos.

Nessa brincadeira, Ricardo chega. Vê a cena e fica de pau duro. Sem muita reação, Juliana só põe a mão dentro de sua calça e logo se vira de costas pra Cíntia, pra ficar de frente pro seu namorado e assim chupá-lo. Mas Cíntia viu a amiga de quatro e começou a lambê-la, de maneira que fez com que Juliana ficasse encharcada de tanto prazer. Juliana parou de chupar Ricardo e foi direto para a vagina de sua amiga, que já estava chupando o cara. Logo, ele foi para trás de Juliana, e começou a meter com ela de quatro. Cíntia gozou só de ver.

Depois, Ricardo pediu para que só as duas transassem. Fizeram um 69 maravilhoso. Ricardo enlouqueceu e se meteu no meio para mostrar quem era o homem da relação. No meio de tanto “esfregaâ€, gozaram e riram juntos.

Combinaram de repetir aquela fantasia outras vezes. Só que da próxima, virão mais convidados.

Apenas bons amigos

03.02 - 10:00hs

Sim, eles já se conheciam de outros carnavais mas eram amigos. Nunca ficaram.

Ela era cúmplice dele, sabia das desilusões que ele sofrera devido ao término de um longo namoro. Ele também sabia muito sobre sua vida, conhecia e sabia que seu ex era louco pra reatar o namoro, mesmo depois de um longo tempo.

Porém hoje era dia de festa. Alguns amigos mais próximos foram chamados até a casa dele, inclusive ela, que veio direto de um encontro rápido e mal sucedido. A noite prometia e todos estavam bem. Cerveja e outras bebidas geladas a disposição garantiram a conversa até altas horas.

A festa se aproximava do fim, todos se despediram. Eles estavam próximos o tempo todo e não demorou pra que ele a convidasse para dormir em sua casa, com a desculpa de que ela não estava em condições de dirigir. Só que algo para atrapalhar aconteceu: o ex dela estava na festa e pediu pra ficar por lá também.

Luzes da sala apagadas e todos deitados, carícias e mais carícias inocentes foram completas com um beijo longo. Entretanto o antigo parceiro dela acendeu as luzes, não gostou do que viu e foi embora. Foi melhor assim, ficariam mais a vontade.

Ele seria o segundo parceiro dela, que não conhecia mais ninguém na cama além do ex. Ela nunca havia beijado alguém com tanta intensidade, com os lábios tão cheios de carne quanto os que ela estava beijando naquele momento. Foram para a parede, beijava e chupava cada parte do corpo dela com a atenção digna de uma rainha. Virava-a de costas, passando a língua ao longo de suas costas, mordiscando suas nádegas. Ela gemia de prazer. Nunca havia sentido sensação tão maravilhosa. Foi virada de frente para ele seus cabelos puxados de maneira delicada para poder beijar seu pescoço e seus seios, passando por sua barriga e chegando a seu sexo. Ele lambia e chupava, introduziu seus dedos e a fazendo gritar. Que sensação era aquela, nunca havia sentido isso antes!

Até o momento em que ela o virou. Era hora de revidar. Prendeu-lhe as mãos e beijou seu corpo inteiro. Chupou-o loucamente, gostava de olhar para ele e ver que estava louco pra meter com ela.

Ela o soltou e ficou de quatro. Só disse: vem!

Ele foi.

Ela se rendeu a ele como nunca tinha feito antes, enquanto ele lhe ensinava um mundo novo.

O orgasmo veio e trouxe o amanhecer junto. Era hora de voltar pra casa. Depois de uma despedida, ela foi pensando na noite maravilhosa que acabou de passar.

Sim, ele ligou no dia seguinte. A história apenas começava.

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 Histórico

fevereiro 2012
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