Toda mulher sente tesão quando atrai olhares masculinos. É claro que existe a famosa diferença do “olhar discreto” e do “comer com os olhos”.
Alguns homens, que não sabem ser descarados, chegam até a ser bonitinhos pela timidez. Sabe quando você flagra o amigo olhando pro seu decote e de repente ele dá aquela disfarçada, chegando a corar de tão sem graça que ficou? Esse é o olhar discreto.
Também tem aquele que olha e te deseja com uma fúria que você se sente pelada ali mesmo, na frente de todo mundo. Esse olhar que te devora também excita muita mulher, dependendo de quem o lançou e em que contexto.
Se for um desconhecido que está em uma obra no meio da rua, em meio a cachaças e catarradas na calçada, é claro que um olhar de desejo desses vai apenas te deixar enojada e com medo de ser atacada. Mas esse tipo de olhar a gente finge que não vê. O pior é quando um olhar desse tipo vem de algum conhecido, como o namorado de uma amiga sua.
Toda mulher sente tesão sendo desejada por homens bonitos, elegantes e gostosos… até se ele for o namorado da sua amiga. O problema é quando esse olhar não é mais um olhar discreto, mas gruda em você e te acompanha aonde quer que vá.
Neste caso, já que você não pode vendar os olhos do pervertido, o melhor é você mesma evitar cruzar o olhar com ele. Uma solução trágica, mas bonito ou feio, homem de amiga minha tem que ter olhares apenas pra ela.
Pelo menos em relação aos desejos sexuais, os olhares dizem sim muitas coisas.
As mulheres sempre fantasiam mais com momentos e situações do que com lugares inusitados pra transar. Geralmente o que mais excita a mulher é algum lugar publico onde possa parecer alguém, como um parque ou um carro na rua movimentada. A mulher fantasia também com outras coisas, como beber um vinho com o namorado em frente à Torre Eifel ou coisa do gênero. Já os homens tem algumas taras estranhas.
Mesa de snooker com pano vermelho.
Porque diabos um homem vê uma mesa de snooker com pano vermelho (ou azul) e já te imagina sem roupa? Meu Deus, é só uma mesa de sinuca.
Os homens criam histórias, talvez influenciado pelos filmes pornôs, ao redor da mesa de sinuca. Tem aquele lance das bolas e o taco, de agarrar a menina por trás pra ensiná-la a jogar e de ver o decote dela quando ela abaixar pra dar a tacada. Isso é legal, ter uma historinha que ele vai fantasiar e se sentir o galã do bilhar, mas é meio assustador a reação de qualquer homem ao ver uma mesa de snooker com pano vermelho. Tinha um amigo que tinha um apartamento não lá muito grande, quase não tinha móveis, mas tinha a bendita da mesa de sinuca lá na sala. Será que ele transava bastante naquela mesa? Não sei, mas meninas, se você quiser mesmo agradar seu marido ou namorado, realize essa fantasia um dia. Quem sabe você também não acaba gostando…
E você que é marmanjo, cuidado pra não ficar babando na menina e tomar uma bolada de sinuca.
Fazer sexo é bom, saudável, gostoso e tudo o mais que você possa imaginar, mas para algumas pessoas, pode se tornar uma doença. O vício em sexo vem não apenas da quantidade de sexo ou masturbação feita. Uma pessoa pode fazer sexo e/ou se masturbar todo dia e não ser um viciado em sexo. O que determina se a prática é saudável ou não são os pensamentos do sujeito. Algumas pessoas passam a ser compulsivas, a imaginar sexo em tudo que vêem e em todos assuntos que ouvem. Esta compulsão chega a atrapalhar a vida de muitos que acreditam ser uma coisa normal, um desejo mais aflorado ou uma fantasia, mas quando tudo vira sexo, algo está errado, a pessoa não se satisfaz facilmente e logo está pensando na próxima tentativa de suprir suas necessidades. Um caso típico foi o ator Michael Douglas, que chegou a se internar para tentar controlar a doença.
Mesmo depois de reconhecer que algo não está normal, os viciados em sexo não sabem exatamente como procurar ajuda ou o que fazer. O indicado é que se procure um psicólogo e se faça um tratamento terapêutico intensivo, para sair do lugar comum e não fazer o terapeuta apenas de ouvinte de histórias picantes, mas com que ele te ajude a chegar na raiz do problema.
Sexo é uma delícia, mas temos que, além dos cuidados físicos (usar camisinha, né?), tomar conta também do psicológico
Eles eram apaixonados. Casadinhos, recém-casadinhos, na verdade. Tinha jantar romântico que ele preparava pra ela, quase toda semana. Tinha conchinha na hora de dormir. Tinha sexo animal algumas vezes. Tinha tudo pra dar certo. Tinha. Até que um casal de amigos mudou para o apartamento da frente. Às vezes, quando os quatro se reuniam, a amiga falava à recém-casada que de vez em quando ouvia o casal transar e ficava p. da vida, porque ela e o marido não andavam lá muito inspirados. A moça, ingênua, chegou a contar algumas vezes como era bem tratada - na cama, na mesa, no banho. E não percebia que o perigo morava ao lado, literalmente. Pouco a pouco foi percebendo o marido diferente. Alguns meses depois, o sexo tinha rareado. E quando acontecia, era rápido. Ele sempre estava cansado e a desculpa era muito trabalho. Um dia ela chegou do trabalho mais cedo, feliz da vida por ter conseguido a brecha que precisava para fazer uma comidinha diferente. A lingerie nova que tinha comprado na semana anterior finalmente ia sair da gaveta. Achou estranho quando virou a chave na porta e ouviu uma música. O CD que o casal mais gostava. Com as músicas que a seduziram quando ela conheceu o cara. Entrou de mansinho, achando que encontraria o marido à sua espera. Foi pisando de mansinho. Pé ante pé. Quando entrou no quarto viu a cena que nunca imaginou presenciar: o marido e a amiga. Na cama. Perdeu o chão. A dignidade. O tesão. O amor. Tudo de uma vez. Não… ela não matou nenhum dos dois. Morreu ali. E, acreditem, renasceu depois. Bem depois.
(se vc chegou agora, leia o post do dia anterior… essa é uma história de amor, sexo, dúvidas e prazer)
… Débora pôs a calcinha nova, pequenininha, que comprou para usar com o marido, mas que nem chegou a estrear. Passou o hidratante com cheiro de morango, usou o melhor perfume e comprou um vestidinho
simples, mas atraente. Não tinha coragem de transar com um cara “estranho”, ainda mais sendo casada, mas fez como se fosse solteira e fosse para a balada com o gatinho com quem começou a sair. Esperou a uma esquina de casa. O colega de trabalho, assim que ela entrou no carro, perguntou: “Que foi? Tá estranha”. E ela, caindo na risada: “Tô nervosa, né?” Foi a deixa para ele perceber que havia ali mais que segundas intenções. O jantar foi divertidíssimo. O bom humor do amigo era o que ela precisava para esquecer a culpa. “Não. Não vou transar com ele”, pensava ela. Quando saíram, ele fazia o caminho da casa dela, quando encostou o carro. Olhou fundo nos olhos da moça, morena de olhos verdes e assustados. Segurou-a pela nuca e a puxou contra seu corpo. Frio na barriga. Nariz encostado com nariz. E um beijo. Daqueles longos, devagarinho, sem pressa. Os olhares culpados depois de se afastarem não negavam: havia vontade de mais. Débora se
entregou aos carinhos por 20 minutos. Mas não transou. Chegou em casa e abraçou o marido. Transaram até o amanhecer.