Viciados em sexo

24.08 - 11:19hs

Fazer sexo é bom, saudável, gostoso e tudo o mais que você possa imaginar, mas para algumas pessoas, pode se tornar uma doença. O vício em sexo vem não apenas da quantidade de sexo ou masturbação feita. Uma pessoa pode fazer sexo e/ou se masturbar todo dia e não ser um viciado em sexo. O que determina se a prática é saudável ou não são os pensamentos do sujeito. Algumas pessoas passam a ser compulsivas, a imaginar sexo em tudo que vêem e em todos assuntos que ouvem. Esta compulsão chega a atrapalhar a vida de muitos que acreditam ser uma coisa normal, um desejo mais aflorado ou uma fantasia, mas quando tudo vira sexo, algo está errado, a pessoa não se satisfaz facilmente e logo está pensando na próxima tentativa de suprir suas necessidades. Um caso típico foi o ator Michael Douglas, que chegou a se internar para tentar controlar a doença.
Mesmo depois de reconhecer que algo não está normal, os viciados em sexo não sabem exatamente como procurar ajuda ou o que fazer. O indicado é que se procure um psicólogo e se faça um tratamento terapêutico intensivo, para sair do lugar comum e não fazer o terapeuta apenas de ouvinte de histórias picantes, mas com que ele te ajude a chegar na raiz do problema.
Sexo é uma delícia, mas temos que, além dos cuidados físicos (usar camisinha, né?), tomar conta também do psicológico

“Por que comigo?”

10.06 - 16:57hs

Eles eram apaixonados. Casadinhos, recém-casadinhos, na verdade. Tinha jantar romântico que ele preparava pra ela, quase toda semana. Tinha conchinha na hora de dormir. Tinha sexo animal algumas vezes. Tinha tudo pra dar certo. Tinha. Até que um casal de amigos mudou para o apartamento da frente. Às vezes, quando os quatro se reuniam, a amiga falava à recém-casada que  de vez em quando ouvia o casal transar e ficava p. da vida, porque ela e o marido não andavam lá muito inspirados. A moça, ingênua, chegou a contar algumas vezes como era bem tratada - na cama, na mesa, no banho. E não percebia que o perigo morava ao lado, literalmente. Pouco a pouco foi percebendo o marido diferente. Alguns meses depois, o sexo tinha rareado. E quando acontecia, era rápido. Ele sempre estava cansado e a desculpa era muito trabalho. Um dia ela chegou do trabalho mais cedo, feliz da vida por ter conseguido a brecha que precisava para fazer uma comidinha diferente. A lingerie nova que tinha comprado na semana anterior finalmente ia sair da gaveta. Achou estranho quando virou a chave na porta e ouviu uma música. O CD que o casal mais gostava. Com as músicas que a seduziram quando ela conheceu o cara. Entrou de mansinho, achando que encontraria o marido à sua espera. Foi pisando de mansinho. Pé ante pé. Quando entrou no quarto viu a cena que nunca imaginou presenciar: o marido e a amiga. Na cama. Perdeu o chão. A dignidade. O tesão. O amor. Tudo de uma vez. Não… ela não matou nenhum dos dois. Morreu ali. E, acreditem, renasceu depois. Bem depois.

A grama do vizinho - Parte 2

23.05 - 10:17hs

(se vc chegou agora, leia o post do dia anterior… essa é uma história de amor, sexo, dúvidas e prazer)
… Débora pôs a calcinha nova, pequenininha, que comprou para usar com o marido, mas que nem chegou a estrear. Passou o hidratante com cheiro de morango, usou o melhor perfume e comprou um vestidinho
simples, mas atraente. Não tinha coragem de transar com um cara “estranho”, ainda mais sendo casada, mas fez como se fosse solteira e fosse para a balada com o gatinho com quem começou a sair. Esperou a uma esquina de casa. O colega de trabalho, assim que ela entrou no carro, perguntou: “Que foi? Tá estranha”. E ela, caindo na risada: “Tô nervosa, né?” Foi a deixa para ele perceber que havia ali mais que segundas intenções. O jantar foi divertidíssimo. O bom humor do amigo era o que ela precisava para esquecer a culpa. “Não. Não vou transar com ele”, pensava ela. Quando saíram, ele fazia o caminho da casa dela, quando encostou o carro. Olhou fundo nos olhos da moça, morena de olhos verdes e assustados. Segurou-a pela nuca e a puxou contra seu corpo. Frio na barriga. Nariz encostado com nariz. E um beijo. Daqueles longos, devagarinho, sem pressa. Os olhares culpados depois de se afastarem não negavam: havia vontade de mais. Débora se
entregou aos carinhos por 20 minutos. Mas não transou. Chegou em casa e abraçou o marido. Transaram até o amanhecer.

A grama do vizinho…

22.05 - 11:09hs

Dizem que a grama do vizinho parece ser sempre mais verde que a do nosso jardim, certo? Pode não ser bem assim, mas às vezes a gente se dá conta de que a grama de casa tá é feia. Seca. Amarelinha. Foi assim com a Débora (nome fictício pra preservar a moça). Ela ainda é casada. Segundo casamento. A Débora tem um filho, do primeiro marido. E vive com um cara apaixonado por ela, mas todo cheio de manias. Na verdade, o cara é uma loja de conveniência: faz tudo o que ela quer, pra ela e para o filho. Mas em matéria de carinho e cama, o sujeito é uma negação. E a Débora andou se engraçando com o rapazinho que senta perto dela no trabalho. Tudo começou numa tarde de sábado, em que os dois estavam fazendo um dia extra. Papo vai, papo vem, o cara casado também, começaram a reclamar da vida a dois, sem sal. E fizeram uma aposta boba… quem era o parceiro mais pacato. Quem ficasse mais dias sem transar com o marido/mulher, apesar de tentar e tentar provocar a vontade no outro, pagava um jantar. Débora, claro, teve de pagar o jantar. Vc quer saber mais?
Volte ao blog da Delicious amanhã…

O sexo e as grávidas

26.11 - 23:48hs

Não é raro, numa roda na qual se discute sexualidade, ouvir que a fantasia sexual de meninos é ver duas mulheres transando. Daí até a coisa virar fantasia com mulher grávida é que foi a surpresa dia desses. E menina sempre imagina: como assim? Desejo de transar com mulher grávida? Porque aparece aquela velha história de que mulher grávida é a própria figura da mãe, pura e etc. Como se sexo fosse algo impuro… tenha dó! Sei que do papo a coisa acabou indo pra internet. E alguém indicou o livro novo da Syang, “Sexualidade na Gravidez - Relatos de uma mãe de primeira viagem”. É fato que a moça foi corajosa de se aventurar na literatura. Mas quem leu seu primeiro livro, “No Cio” - ou chegou a folhear na livraria o exemplar que traz contos eróticos - viu que a roqueira brasiliense acabou escrevendo até melhor do que canta. O livro novo traz coisas interessantes - não só pra grávidas, mas pra quem quer transar com elas, viu? Marisa Orth, que escreveu o prefácio, diz que é um livro pra quem está com medo de engravidar e deixar de ser mulher para ser apenas mãe. Então… perdão a quem acha que a figura da mamãe também não pode se dar ao luxo de ter prazer!

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