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Conto erótico: Intimidade virtual

09.01 - 03:48hs

Semi nua, entregue inteira

Semi nua, entregue inteira

Éramos um pouco mais novos e morávamos em cidades diferentes… Confidentes, já tínhamos conversado sobre assuntos mais sexuais, numa honestidade peculiar dessas que a internet, essa puta, tira os pudores, que eu já não possuía mesmo…
Sempre na primeira pessoa, eu com minhas histórias, ele com as dele. Não eram poucas. As palavras digitadas abreviadamente nessa linguagem express, onde não há espaço para acentos e nem sempre tudo, ou quase nada é poesia, codificamos nosso tesão de forma que o erotismo concentrado nos nossos segredos (todos merecem um segredo…) eram latentes e faziam latejar a alma e tudo que existe dentro das roupas íntimas… às vezes a calcinha era a falsamente inocente de algodão, noutras a vadia de rendas, sempre molhadas, sempre acusando uma perversão louca de me sentir íntima de um conhecido, quase estranho, que poucas vezes vi ao vivo…
Sábiamos dos desejos um do outro, da preferência pela nudez parcial, onde a presença de uma lingerie ou uma peça qualquer nos deixava muito mais atiçados que a coisa óbvia, na cara.
Penetrar na mente do outro era uma alternativa muito interessante à penetração pau/buceta, já que, morando tão longe, não seria simples consumar todo aquele tesão acumulado, toda aquela expectativa explícita, gostosa de sentir… Era uma fuga mental do tédio, um refúgio da rotina, às vezes tão bege…
Enfim, depois de algum tempo ele veio ao RJ à trabalho, nos encontramos e não falamos nada. Subimos no hotel dele, pedi um mojito, nos beijamos e o gosto do hortelã, misturado aos gostos dele, quando digo gostos, falo dos fetiches e também dos seus sabores, pescoço, braços, pau… tudo familiar, quase Rodriguiano, quase infernal, parte doentio, parte romântico…
Eu estava de meias 7/8, ligas e lingerie preta de renda, ele mandou que eu as mantivesse e eu obedeci, entregue, numa doçura que só a maldade é capaz de despertar em mim.
Afastou a calcinha pequena e me chupou, enquanto colocava os dedos dentro de mim. Gozei rápido e pedi que ele metesse. Ele não me deixou esperando e logo, estava dentro de mim, forte e devagar, mas muito intenso.
Senti a mão nos meus peitos e cintura enquanto ele me comia de quatro, pois a única peça que faltava do conjunto era o soutien, o resto permanecia intacto, num jogo de esconde/mostra que só uma lingerie filha da puta sabe fazer, com o perdão da palavra.
Tive mais um punhado de orgasmos, entre beijos, mordidas, movimentos mais bruscos e palavras sujas, aquelas de beleza ímpar, que completaram a trepada até ele gozar, com uma fúria satisfeita.
Não foi como imaginávamos. Foi melhor, mais íntimo do que se as palavras digitadas fossem verbalizadas sonoramente, nos meses que precederam o encontro fora do mundo virtual.
Ele foi embora, e junto com ele, alguns limites que precisavam ser testados.
Virtuosos que somos, voltamos à rotina normal e hoje sabemos a valia que um teve na vida do outro, sem que fosse necessária uma palavra sequer, sobre aquela noite, única e nossa.
Ah, os segredos…
@pietraprincipe , que tá meio ‘Sabrina’ meio ‘Wando’ hoje, rs

Gosto é que nem cu. Que bom, né?

21.09 - 04:34hs

  Eis que um dia você, toda espertona(ão) é pego de surpresa. Não curte o que seu partner gosta… Por exemplo:

  *Seu namorado adora pés (excessivamente) e você se sente constrangida com isso

  *Sua namorada gosta de sexo mais violento, tapas e palavras ‘pesadas’ (gorda nãooo… tipo p*ta, hihih) e você tem vergonha ou não quer mesmo entrar na onda

  *Seu parceiro ama sexo anal e pra você é só dor e tortura do mal

   E AGORA? FODEU!!! OU NÃO FODEU… Não, não, não… Minha dica é tentar o que o outro gosta, ao menos uma vez, mas com entrega, e ver o que acontece: ou se surpreenderá  positivamente e a fantasia do outro te deixará tão livre para não ter culpa nenhuma que você terá orgasmos épicos ou realmente você não curte, por motivos seus, só seus, e que não interessam a mais ninguém e cabe à outra parte entender que com você, não vai rolar.

  Uma constante em relação à sexo, falo por experiência própria, é a MUDANÇA DE PREFERÊNCIAS… De acordo com as épocas e parceiros… estou com 29 anos e, com 23, por exemplo, já com boa experiência e bem realizada em relação à sexualidade, minhas taras e loucuras eram outras, diferentes… não sentia o prazer que sinto hoje em sexo anal nem dava tanta importância (não gostava tanto, a verdade é essa) à fazer sexo oral nos namorados, ‘ficantes’, whatever, não tinha squirts sempre… Entre outras coisas que (acredite!) ainda prefiro preservar à minha intimidade e à quem a divide comigo…

  Como já disse em outras ocasiões, sexo é brincadeira de adulto e você tem TODO DIREITO de ficar “de altos” quando algo não te agrada… Mas se estiver gostoso, fica de quatro, de lado, no lustre, fala o que querem escutar, ouve o que querem lhe dizer, se descabele, bata, apanhe,sinta… e goze… Porquê todo prazer consentido é muito saudável!

   Afinal, VERGONHA DE QUÊ????

   E boa notícia: A brincadeira só melhora com o tempo!!!

   Um beijo imaginário, pois na imaginação pode ser do jeito que você preferir,

  @pietraprincipe

 

 

 *texto meu antigo extraído do Blog das Calcinhas, só pra ninguém ficar órfão enquanto minha vida tá caótica! ;-) LOVE.

Vídeo: A prostituição na Terceira Idade

08.09 - 00:02hs

Boa noite,

@pietraprincipe

Verbalize já! Sexo oral muito além do ‘blow job’.

28.04 - 04:37hs

  Perguntas sobre “até onde ir sexualmente” para agradar o parceiro(a) são mais que uma constante aqui no blog, e eu lhe digo: Só faça o que tiver vontade, a não ser que a sua vontade seja brincar de dizer não, querendo dizer sim! Mas isso é outra estória…

  Cada um tem seus desejos secretos, talvez daqueles que não seja capaz de contar nem para si próprio, e acho que, só à partir do momento que se tem autoconhecimento para tirá-los do confortável inconsciente, se tem condições de praticá-los…

   Fetiches, taras, fantasias, chamem como tiverem vontade, cada um tem a sua e nem sempre propor ao parceiro é fácil, quiçá ouvir propostas do seu cúmplice sexual que você nunca imaginou, (ao menos conscientemente) e que talvez lhe traga repulsa ou apenas falta de vontade.

   Dica: Se você não está morrendo de vontade, não faça! Ainda não é o momento… E sexo é mesmo como maré (ui! #jorgevercilofeelings!) Mas nada lhe impede de pensar no assunto, seja ele qual for, tentar observar por quê  lhe causa estranheza ou dúvida. Eu por exemplo, já ‘aceitei’ e curti muito coisas que há cinco, seis anos atrás achava impossível… Bem como já prôpus também, e obtive as mais diversas reações, do espanto ao êxtase…

    Aos poucos, você vai descobrindo que forma de sexo lhe atrai, o porquê, e a brincadeira vai ficando cada vez mais interessante… Acredite! A  maturidade vai aumentando, e  é um processo de vida mesmo, que se extende para o âmbito sexual, que convenhamos, é uma das melhores fontes de prazer que existe, gostando você de um “amorzinho romântico” ou “hardcore”… E é claro, seria conveniente ter um parceiro(a) que coincida um pouco com suas preferências e vontades, e que vocês possam se sentir livres pra conversar sobre isso, nem que seja só em cima da cama…

   Quando as duas partes concordam e se livram de preconceitos tolos, a possibilidade da sua vida sexual se tornar muito mais incrível se multiplica em mil!

   Conversar honestamente sobre sexo com quem você tem relações pode ser a coisa mais deliciosa desse mundo (logo depois pondo tudo, ou quase tudo em prática, melhor ainda…)

   E enquanto estivermos vivos, esse jogo está apenas começando…

  Não sei à você, mas isso muito me agrada!

  Porquê sexo oral não é só blow job! VERBALIZE! E goze.

  @pietraprincipe

  ***post escrito por mim reeditado do Blog das Calcinhas só pra não passar em branco hoje, tá? =)

Brincadeiras de adulto: Há limite entre o sexy e o ridículo??

22.03 - 15:01hs

    Eu já deixei claro no Papo Calcinha que sou fã de roupinhas diferentes, temáticas, com um toque ‘kinky’ de vez em quando na hora do sexo. Mas como usar sua fantasia sexual, no uso literal da palavra sem fazer o namorado/ marido morrer de rir ao invés de entrar no clima?!

  É claro que não existe um tutorial à prova de trapalhadas, mas há umas dicas que podem evitar alguns transtornos, vamos lá:

   *Se você resolveu se fantasiar de coelhinha, por favor, amiga: NÃO USE DENTES POSTIÇOS E NÃO FAÇA AQUELE GESTUAL ESTRANHO COM AS MÃOS… (Não estou falando de punheta, mas daquela imitação dos movimentos reais de um coelhinho…) Uma tiarinha e uma lingerie bonita bastam pra entrar na brincadeira!

  *Faça isso com quem você tem intimidade, um “aleatório” não merece sua roupa caríssima de látex, esse só merece camisinha nesse material…

   *Tentar sondar antes se o seu parceiro tem alguma tara/fetiche/preferência por fantasia que dê tesão nos dois é um ótimo caminho pra uma noite, digamos, lúdica…

  *Seja (mesmo que falsamente, pois SIM, NÓS SOMOS TRUQUEIRAS!) despretensiosa, a fantasia é algo pra divertir, se for te dar mais trabalho que prazer não vale à pena!

   *Se planeja se fantasiar e esperá-lo em casa sem que ele tenha a mínima idéia NÃO abra a porta toda arrumada gritando “SURPRESA!” fantasiada de NOIVINHA… Se eu fosse homem, levaria um susto tão grande que ia sair correndo, e ia ter que pagar psiquiatra ad eternum com medo de compromisso… rs

   *Acha exagero se fantasiar de enfermeira ou policial??? Um corset maravilhoso, uma calcinha bonita, meias e salto costumam ser à prova de balas! (e de risadas!)

   *Ok, você está linda, ajeitou o ambiente com uma luz de photoshop, sua bunda tá incrível e ele caiu na gargalhada??? Não fique chateada, gargalhe junto! Lembre-se de todas às vezes que você queria morrer de tanto rir com alguns pedidos sexuais dele que você considera meio estranhos, mas EVOLUÍDA que é, atendia numa boa… E no dia seguinte dê de presente uma cueca de elefantinho PRAQUELE LINDO. ELE MERECE! rs

   E o mais importante de tudo, se divirta! Um relacionamento duradouro depende muito de quanta risada vocês dão juntos! Depois de uma boa trepada, é claro.

   E você, gostaria de vestir que roupinha para seu parceiro? E os homens, acham sexy ou ridículo? Já passaram por situações que deram certo ou alguma super constrangedora?

   Comente aqui!

   Beijos,

   @pietraprincipe

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