Eis que um dia você, toda espertona(ão) é pego de surpresa. Não curte o que seu partner gosta… Por exemplo:
*Seu namorado adora pés (excessivamente) e você se sente constrangida com isso
*Sua namorada gosta de sexo mais violento, tapas e palavras ‘pesadas’ (gorda nãooo… tipo p*ta, hihih) e você tem vergonha ou não quer mesmo entrar na onda
*Seu parceiro ama sexo anal e pra você é só dor e tortura do mal
E AGORA? FODEU!!! OU NÃO FODEU… Não, não, não… Minha dica é tentar o que o outro gosta, ao menos uma vez, mas com entrega, e ver o que acontece: ou se surpreenderá positivamente e a fantasia do outro te deixará tão livre para não ter culpa nenhuma que você terá orgasmos épicos ou realmente você não curte, por motivos seus, só seus, e que não interessam a mais ninguém e cabe à outra parte entender que com você, não vai rolar.
Uma constante em relação à sexo, falo por experiência própria, é a MUDANÇA DE PREFERÊNCIAS… De acordo com as épocas e parceiros… estou com 29 anos e, com 23, por exemplo, já com boa experiência e bem realizada em relação à sexualidade, minhas taras e loucuras eram outras, diferentes… não sentia o prazer que sinto hoje em sexo anal nem dava tanta importância (não gostava tanto, a verdade é essa) à fazer sexo oral nos namorados, ‘ficantes’, whatever, não tinha squirts sempre… Entre outras coisas que (acredite!) ainda prefiro preservar à minha intimidade e à quem a divide comigo…
Como já disse em outras ocasiões, sexo é brincadeira de adulto e você tem TODO DIREITO de ficar “de altos” quando algo não te agrada… Mas se estiver gostoso, fica de quatro, de lado, no lustre, fala o que querem escutar, ouve o que querem lhe dizer, se descabele, bata, apanhe,sinta… e goze… Porquê todo prazer consentido é muito saudável!
Afinal, VERGONHA DE QUÊ????
E boa notícia: A brincadeira só melhora com o tempo!!!
Um beijo imaginário, pois na imaginação pode ser do jeito que você preferir,
@pietraprincipe
*texto meu antigo extraído do Blog das Calcinhas, só pra ninguém ficar órfão enquanto minha vida tá caótica!
LOVE.
















