Para saciar a curiosidade de uma leitora, e de muitos outros com certeza, o post de hoje é bem maior do que de costume.
Depois de falar sobre como gerar o clima, vamos finalmente falar dos “finalmentesâ€.
A maioria dos homens atinge o orgasmo nos dois primeiros minutos. Por outro lado, apenas 33% das mulheres atingem sempre o orgasmo, duas em cada três que não gozam meu Brasil.
Bom, vou tentar aqui dar umas dicas, para quem sabe termos mais casais felizes e saltitantes por aÃ.
O primeiro passo é se preocupar realmente com as preliminares. Nesses casos, a pressa realmente é inimiga da perfeição. A regra de ouro para os rapazes é: A lÃngua vale mais que o pênis (seja pra falar sacanagens ou para fazer sexo oral).
As sacanagens e frases de amor devem ser ditas ininterruptamente, quanto mais falar, melhor, claro, desde que esteja dentro do contexto. Já o sexo oral tem que ser feito com delicadeza, não adiantando tentar ir “direto ao pontoâ€. Demore-se nas orelhas, nos seios, aproveitando esse inÃcio para olhar nos olhos.
Quando se dirigir ao pote de ouro, certifique-se de não esquecer nenhum tesouro. Muitos homens se concentram no clitóris, mas se esquecem dos lábios menores e do perÃneo por exemplo.
No sexo oral, o clitóris é realmente o x da questão. Podemos dizer que é o cérebro no órgão genital feminino, já que tem mais de 8 mil fibras nervosas.
Uns 20 minutos de sexo oral é o ideal.
Quando for “partir pra cimaâ€, não vá com tanta sede ao pote. Comece com penetrações rasas, que além de gerar um clima de calma e paciência com a parceira, estimula os lábios vaginais.
Repousar o membro dentro dela também é uma boa opção, o ritmo não precisa ser frenético toda hora, se não, logo os dois cansam.
Quando a mulher está a 90 segundos do orgasmo, ela dá alguns sinais, à s vezes imperceptÃveis. A pele da vagina fica mais escura e a lubrificação aumenta. Este é o momento ideal para atingir o ponto G. Falar frases como “Não para…vou gozar…continua†realmente facilita neste ponto para o parceiro identificar a hora certa de agir com perÃcia.
Ao contrário do que muitos pensam, o ponto G não é o clitóris, mas o teto da vagina. Se o casal tentar um ângulo mais alto que o comum, a penetração ficará mais fácil, já que o movimento passa a ser apenas um balanço para frente e para trás ao invés do vai e vem habitual, e mantém o teto vaginal como foco. Outras posições também facilitam o contato do pênis com o teto vaginal, mas aà depende do casal descobrir a sua, uma leitura do Kama Sutra, além de muita prática, é uma boa opção.
O orgasmo feminino pode passar despercebido pelos homens, principalmente se não for muito intenso. A mulher pode ter um único e intenso orgasmo ou vários orgasmos de intensidade menores. A própria mulher não consegue definir se a sensação de prazer depois do coito foi um novo orgasmo ou não. Algumas vezes o orgasmo aumenta o número de contrações da vagina, o que faz com que o homem perceba seu pênis sendo pressionado.
Os orgasmos múltiplos são uma sequência de orgasmos, ou picos de prazer, consecutivos. Para se ter orgasmos múltiplos, aproveite o momento do primeiro orgasmo para continuar o estÃmulo, nos seios, na nuca, com palavras, e com penetração sempre em busca do ponto G. Mas o mais importante é lembrar que ter orgasmos múltiplos não é o padrão e nem define se a mulher tem mais ou menos prazer do que se tiver um único orgasmo. Para procurar o prazer na medida certa, o casal deve se conhecer e descobrir o jeito certo de estimular um ao outro. Por isso meninas, fingir o orgasmo só dificulta esse conhecimento. Fica a dica.