Vídeo da semana: Disfarçando a traição
17.11 - 09:42hsOlhares indevidos
15.07 - 09:00hsToda mulher sente tesão quando atrai olhares masculinos. É claro que existe a famosa diferença do “olhar discreto” e do “comer com os olhos”.
Alguns homens, que não sabem ser descarados, chegam até a ser bonitinhos pela timidez. Sabe quando você flagra o amigo olhando pro seu decote e de repente ele dá aquela disfarçada, chegando a corar de tão sem graça que ficou? Esse é o olhar discreto.
Também tem aquele que olha e te deseja com uma fúria que você se sente pelada ali mesmo, na frente de todo mundo. Esse olhar que te devora também excita muita mulher, dependendo de quem o lançou e em que contexto.
Se for um desconhecido que está em uma obra no meio da rua, em meio a cachaças e catarradas na calçada, é claro que um olhar de desejo desses vai apenas te deixar enojada e com medo de ser atacada. Mas esse tipo de olhar a gente finge que não vê. O pior é quando um olhar desse tipo vem de algum conhecido, como o namorado de uma amiga sua.
Toda mulher sente tesão sendo desejada por homens bonitos, elegantes e gostosos… até se ele for o namorado da sua amiga. O problema é quando esse olhar não é mais um olhar discreto, mas gruda em você e te acompanha aonde quer que vá.
Neste caso, já que você não pode vendar os olhos do pervertido, o melhor é você mesma evitar cruzar o olhar com ele. Uma solução trágica, mas bonito ou feio, homem de amiga minha tem que ter olhares apenas pra ela.
Pelo menos em relação aos desejos sexuais, os olhares dizem sim muitas coisas.
Da balada ao inabalável
12.03 - 10:00hsDesconfiada, saiu com a amiga do trabalho para uma festa de um cara que tinha conhecido em uma casa noturna, também conhecida como balada. A história desse cara em si já era muito louca, tinha conhecido na fila da entrada da balada e acabou quase indo pra praia na saída. Chegaram a pegar a estrada, mas depois decidiram cada um seguir o seu caminho. Caminhos estes que se cruzavam novamente, pois eles, de alguma forma, combinaram de ir a esta festa, e pra não ir sozinha, levou a amiga do trabalho.
Não era daquele tipo que precisava de um copo na mão o tempo todo, pois falava com elas, gesticulando, tocando, abraçando. Tudo isso com a amiga. O tal rapaz da fila parecia agora estar em outras filas, pois não trocaram muitas palavras além do oi, como vai, saudade de você e precisamos marcar mais vezes. Nesse meio tempo, até a fichar cair que não ia rolar nada, bateu o olho em alguém. Estava dando uma panorâmica na festa quando sua cabeça passou pela pessoa, mas o pescoço puxou de volta para conferir direito. De alguma forma parecia que o pescoço do rapaz também tinha um imã que puxou a cabeça de volta, porque se olharam nos olhos ao mesmo tempo. O rapaz não era tão rapaz assim e aparentava uma idade e experiência maior que a sua, mas nem por isso desviou o olhar, estava no auge de sua performance.
Como todas as mulheres interessadas, se soltou um pouco mais e dançou de forma frenética-contida, querendo demonstrar abertura, mas mantendo a pose do alto de sua sapatilha. Também não fazia o tipo que fica fofocando descaradamente com as amigas, mas não resistia a um comentário como “Olha que cara gato atrás de você, mas não olha agora”. Eles sempre estão atrás da pessoa pra quem a gente quer mostrar.
Os olhares foram ficando cada vez mais intensos e demorados e a intimidação levou o intimidado a perder a timidez. Pela reciprocidade, nenhum dos dois tinha mais medo de nada, e ele chegou falando que era casado.
- Isso é um problema só seu.
Seu vestido preto velou a moralidade.
- Então vamos sair daqui.
Assim como nos filmes de Win Wenders, ela não gostava de chegar nos lugares, mas gostava de partir. Talvez fosse um caminho pra algo novo, nem que fosse só por uma noite.
Amigo da onça
01.07 - 10:28hsPaula (nome fictício) estava à mesa do bar com o namorado e um casal de amigos bastante íntimos. Os dois meninos falavam de como era complicado ficar esperando as parceiras terem vontade para fazer sexo, frequência que - no caso deles - ia diminuindo com o passar do tempo. Para eles, do jeito que falavam, a coisa parecia ser meio orgânica demais, como uma necessidade fisiológica. O amigo do namorado de Paula começou a falar que às vezes, só de pensar em transar, ao acordar ao lado da namorada, ficava excitado, “em ponto de bala”, segundo palavras dele. Quando a namorada do rapaz levantou para ir ao banheiro, ele confessou que às vezes, para driblar a falta de vontade da namorada, se masturbava pensando em outras mulheres. Não demorou para o jeito dele olhar para Paula ficar diferente. Ela percebeu. O namorado dela, não. De repente ela sentiu a perna do amigo do namorado roçar na dela, por baixo da mesa… chavão total, mas o susto foi grande. Não se moveu. E o amigo não se conteve: foi passeando pela panturrilha, joelho, até chegar entre as coxas da menina, que se ajeitou na cadeira, meio sem graça. A namorada do guri logo voltou do banheiro e o papo esfriou. Ela, com as bochechas coradas, sugeriu ao namorado para irem embora. Na fila do caixa, enquanto o namorado pagava, o amigo chegou perto dela para se despedir e, num forte abraço, cochichou ao seu ouvido: penso em você na cama. Situação! Até contar essa história ao blog, a decisão de Paula foi se afastar do amigo e não contar nada ao namorado, que segundo ela poderia acusá-la de assediar o “coitadinho”. O que ela queria mesmo era desabafar e saber se algo parecido já aconteceu com mais alguém e como fazer nessas horas…
