Logo que entrei na faculdade uma colega me despertou sentimentos “diferentes”. No início confesso que a minha cabeça virou um caos. Tentei negar e evitar que o tesão por ela continuasse crescendo. Sentimentos antagônicos se misturavam: medo, preconceito, dúvida, tesão, carinho, insegurança… Um conflito imenso e uma ansiedade por algo novo que naquela altura já era inevitável.
Foram só começar as festas na faculdade para nos conhecermos melhor e nos soltarmos mais. Fazíamos uma dancinha mais provocante e depois de algumas doses de vodka terminava num delicioso beijo, meio que de brincadeira, sem querer querendo. Os amassos iam se intensificando a cada festa e a vontade de transar com ela só crescia.
Nas férias viajamos com um grupo de amigos para Jericoacoara. Numa noite, depois de muita festa e algumas caipirinhas, decidimos tomar banho de mar à luz da lua e de topless!!! Enquanto o resto do pessoal (inclusive meu marido) dançava, cantava, corria pelado pela praia, eu e minha colega fomos para uma das piscinas naturais que se formam com a maré baixa. Não resistimos àquele lugar paradisíaco e nos beijamos. Seios molhados, durinhos e arrepiados deslizando uns nos outros, aquela mão delicada acariciando a minha coxa… Os lábios se tocavam delicadamente, como só mulheres sabem fazer. O coração batia forte e as mãos trêmulas, escondidas sob a água, não queriam sair do corpo dela. A partir dali deixei a razão de lado e só curti o momento. Era muito tesão, não tínhamos mais como parar.
Voltamos até a casa fingindo que nada tinha acontecido e que ninguém tinha visto nossos carinhos naquela escuridão. Ao chegarmos fomos direto para suíte tomar banho. Foi só uma desculpa para que os nossos carinhos pudessem continuar e se intensificar.
Beijava sua barriga, passando pelo pescoço e pelos seios, onde me perdia por algum tempo. Enquanto isso minha mão desvendava suas coxas torneadas, por entre as pernas e em todas as curvas daquele corpo lindo. Ela sabia bem me enlouquecer. Puxava meu cabelo, cravava os dedos na minha bunda, me beijava, lambia, mordia… E íamos aprendendo juntas o quanto era bom fazer amor com outra mulher.
Meu marido estava no quarto, só ouvindo nossos gemidos e imaginando o que estava acontecendo por trás daquela porta. Até que abrimos a porta para ele poder olhar. Escorou-se na parede e ficou só admirando. Nós continuamos como se ele não estivesse ali. Deitamos no chão, enlouquecidas de tesão, nos lambendo, nos acariciando, nos descobrindo… Ficamos horas ali, tentando acabar com uma vontade que cultivávamos por meses. Até que nossos corpos não tiveram mais forças para continuar. Estávamos tremendo de cansaço, mas com um sorriso constante de satisfação nos rostos.
Noite mágica que quando lembro dá água na boca, me excita e me deixa com gosto de quero mais.
@taisdolfini











