Blog dos Testadores

A empregadinha

06.08 - 10:40h

Todo moleque adolescente tem algum amigo que vive dizendo que come a empregada. Isso é uma história que rola em qualquer cidade, em qualquer colégio.

Eu tinha um amigo chamado Duda que jurava de pé juntos que comia a empregada dele. Até acreditava. A moça claramente não batia muito bem. Na época, tínhamos uns 13 anos de idade.

Lógico, a casa do cara virou o ponto turístico da molecada.

A mulher era feia, mas isso não importava muito para aquelas cabeças dominadas pelos hormônios.

Cheguei a homenagear aquela moça trabalhadora.

Claro, analisando hoje, vejo que devia se tratar de apenas uma historiazinha de um moleque querendo se gabar para o outro.

Mas, quando os moleques se tornam adultos, a coisa vira de figura.

Fico imaginando o que se passa na cabeça de uma esposa que contrata uma empregada gata para cuidar da casa. É pedir para o maridão pular a cerca.

Pô, essa fantasia permeia cabeça do cara desde moleque.

Se o casamento estiver com problemas, a mulher corre um risco.

Bem que eu gostaria que a empregada de casa fosse uma gatinha de 20 e poucos anos, com tudo em cima.

Mas acho que esse perfil de empregada também se trata de uma lenda urbana.

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Arrependimento

14.07 - 10:16h

Já passou por uma situação que se arrependeu desde então?

Eu já.

Há um bom tempo atrás, eu estava saindo com uma gatinha. Ela era bem safada. Não tinha muita frescura e tabus quando o negócio era sexo.

Certa vez, ela sugeriu que nos juntassemos com um casal amigo dela e fizéssemos troca de casal. Na época, achei meio estranho. Não topei, dei uma desculpa.

Não sei o porquê, mas me sentia desconfortável ao saber que poderia estar em um quarto com outro homem.

Um dia ela me ligou:

“Oi gato, tudo bem? Estou aqui com a Kika, não quer dar uma passadinha em casa”.

Na hora, já pensei que o cara poderia estar lá e dei uma desculpa esfarrapada.

Não apareci.

Santa inocência.

Dias depois encontrei a gata e ela disse que queria me mostrar algo. Pegou sua máquina fotográfica e me mostrou fotos dela com a Kika na cama, peladinhas.

Fiquei sem reação.

Ela disse que eu perdi a oportunidade de ter o maior desejo masculino relizado.

A Kika tinha terminado com o namorado. Estava desencanada e doidinha para fazer sexo comigo e com a Fabi.

Bobiei, bobiei mesmo.

Até achei que podia correr atrás e sugerir um novo dia, mas a Fabi disse que eu havia perdido a oportunidade.

E não é que não rolou mais mesmo!

Azar o meu.

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Carnaval

02.02 - 09:44h

O feriadão de Carnaval vem chegando e ainda não me decidi para onde vou. Não é que eu tenha muitas opções, mas quero escolher “o lugar”. Ano passado foi o maior mico.

Fui com alguns amigos para uma praia do litoral norte de São Paulo com a promessa de muitas festas, brejas e gatas. A única coisa que encontrei foi a breja, porque o resto, meu irmão, não dava em nada.

Meus camaradas, que não são de perder viagem, fizeram um rapa. Eu, que sou uma pessoa, digamos, mais seletiva e colecionador de beldades, fiquei na mão. Literalmente.

Dessa vez eu já avisei que não vou no embalo de ninguém. Já disse para o povo que este ano sou eu que vou escolher o lugar. O que queria mesmo era curtir em Salvador. Nunca fui, mas tenho vontade. Soube que o investimento do abadá vale muito a pena. Só gatinha, daquelas sem frescuras, atrás do trio da Ivete Sangalo.

Ah, e como queria pegar uma dessas gatas sem frescuras. Na verdade, minha fantasia é encontrar duas garotas dispostas a curtir uma noite, sem limites e compromissos. Já pensou, meu amigo, uma loirinha e uma moreninha dando aquele sorrisinho para você? Eu só fico com pena delas, porque elas vão se cansar bastante.

Por isso gosto do Carnaval.  Um bando de pessoas alegres, que nunca se viram na vida mas que parecem serem amigos desde moleque, dispostas a curtir a folia. A maioria esquece, mesmo que por apenas 4 dias de feriado, aqueles velhos receios bobos de parecer mulher fácil, vulgar. Muito bom!

Por isso o lugar tem que ser bem escolhido. Estou fazendo uma pesquisa de lugares e logo mais dividirei com vocês. Por enquanto, queria saber se já sabem onde vão passar o Carnaval e como estão imaginando que ele será. Valeu!

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Sexo com celebridades: como tornar seu sonho uma realidade

27.01 - 14:41h

Grande testadores de camisinha, sei que muito de vocês começaram seus testes vislumbrando uma celebridade no escuro dos seus quartos. Rainhas do pop, estrelas de novelas e ajudantes de palcos já passaram pelas suas mãos alguma vez na sua adolescência.

Eis que hoje estou aqui para tentar - depende mais de vocês do que de mim - tornar suas fantasias realidade. Ou melhor, como pegar uma celebridade em 5 passos.

1 – Escolha seu alvo. Esqueça as famosas recalcadas, caseiras e casadas. Vá direto para aquelas que vira e mexe são flagradas em festas pela mídia fofoqueira.

2 – Falando nos fofoqueiros, deixe seu machismo de lado e leia revistas de fofocas. Ti ti ti, Tá tá tá, Tó tó tó, enfim, leia todas. Procure alguma entrevista do seu alvo. É moleza, lá ela vai dar todas as informações de bandeja para você:  “O que gosta de fazer?”, “Balada predileta?”,  “Prefere tomar a atitude ou ser passiva na hora da paquera?”. Bingo! Agora você sabe como conquistar a gata.

3 – Estilo! Se veste naquele típico uniforme camisa+calça+sapato?  Esquece.  Precisa ter muito mais estilo do que isso para concretizar o seu sonho. Faça o seguinte. Tente uma pesquisa com suas amigas (não vamos entrar na velha discussão se homem tem amiga).  Pergunte para elas qual galãzinho tem um estilo legal. Qual estilo desses caberia bem em você. Jogue o xaveco e colha as informações. Só tome cuidado que muito estilo, quando você não é famoso, vira breguice.

4 – Guarde dinheiro! Você vai precisar de grana para mudar o seu guarda-roupa. E, principalmente, você vai precisar “ter bala” para ir nas baladas “hypadas” que esta galera freqüenta.

5 – Teste muito antes. Teste seu xaveco. Teste suas habilidades. É melhor errar com uma desconhecida do que perder a mulher que você pensou a vida inteira por causa de uma frase engasgada.

É isto aí, camisinha no bolso,  não no uniforme de guerra.

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