Sim N�o

Motel portátil

12 de dezembro de 2011

O Natal está chegando. Época de confraternização e, claro, de comprar o presente ideal para dar para a namorada. Afinal, a gata é exigente e errar no presente pode prejudicar a relação. Que tal algo que pode agradar aos dois e ainda apimentar o namoro?

Motelzinho caro

6 de julho de 2009

Quem aí já fez uma loucura e levou sua gata em motel pra lá de caro? Eu já.

Certa vez estava caidinho por uma gata, Posso dizer até que estava apaixonado (que confissão, hein!). Já estávamos saindo há algum tempo e nos dávamos super bem. Tudo batia, manja!?

Resolvi fazer uma surpresa. Queria fazer uma espécie de comemoração. Fazia dois meses que a gente saia com certa frequência

Reservei uma suíte especial de um motel pra lá de badalado aqui em sampa.  Paguei caro. Na época, ainda um estagiário, acabei com o meu salário do mês só nessa.

Sendo sincero, foi bem bacana, mas não por causa do motel em si. O quarto tinha lá o seu charme. Era gigante, bem decorado e com um astral de sexo no ar. Serviu bem para impressionar a gata. Mas, sinceramente, não sei até onde valeu a pena.

Tirando a empolgação ao chegar no local, na hora da transa eu faria da mesma forma mesmo se fosse em um colchão zuado de um motelzinho de beira de estrada.

O nosso sexo era tão gostoso que nada mais chamava a nossa atenção, além de um ao outro.
No fim das contas, a noite foi espetacular. Acabei namorando a gata durante um tempo, mas depois não deu mais certo.

Acho que vale ir a um motel caro pelo menos uma vez par a ver qual é a dele. Mas depois da primeira, no meu caso, eu prefiro ir em um bom motel, mas não tão caro. Apenas bem limpo.

Se você está pensando em fazer uma surpresa dessas para sua gata, segue a dica. O pessoal do blog Me tira deste Ócio fez uma pesquisa não-informal sobre os motéis mais caros do Brasil. Dê uma olhada.

“Namorando” na rua

29 de maio de 2009

Alguém aí já se empolgou e fez sexo em lugar público, na rua, por exemplo?

Tive um caso curioso.

Certa vez, fui a um motel com uma gata que eu estava saindo. Só que o fato foi que nennhum dos dois estava esperando. Quero dizer, eu estava, a gata é que não esperava que iria ceder tão fácil.

Mas fomos. Desesperados! Loucos de tesão. Quando entramos no motel, a mulher da portaria pediu o RG. Peguei o meu e a Jô foi procurar o dela na bolsa. Já viu, né!? Bolsa de mulher tem de tudo, difícil de achar qualquer coisa.

O problema é que ela realmente não achou. Quando a mulher pediu o RG novamente, disse que ela havia esquecido. De repente, o portão do motel começou a fechar na nossa frente. Parecia coisa de polícia, só faltaram as sirenes. Fomos obrigados a voltar de ré.  Fomos proibidos de entrar e o nosso tesão virou frustração.

Depois de alguns minutos constrangedores em silêncio, em que ela deveria estar pensando se o RG ter sumido não era um sinal de que nada deveria acontecer e de eu ter pensado várias coisas não muito boas sobre ela, chegamos ao bairro Jardim Europa em São Paulo.

Para quem não conhece, esse bairro paulistano é um local apenas com casas de alto padrão, bem arborizado e um pouco escuro. Parei o carro em uma rua mais calma. Apesar do medo de chegar alguém e nos abordar, lasquei o beijo na gata. Ela logo esqueceu o negócio de sinal e veio para cima de mim.

O negócio esquentou. Recebi o melhor sexo oral da minha vida. Mistura de habilidade da garota com a sensação de estar transando em uma rua da maior cidade brasileira.

Por sorte, tudo correu bem. Ninguém apareceu e pudemos nos divertir um pouco.

Se isso é crime, sujei minha ficha pela primeira vez naquela noite!