Fiquei na expectativa por este fim de semana. Demorou para chegar, parece até que foi de propósito. Havia combinado de encontrar a Camila na sexta-feira, mas, acreditem se puder, deu um problema na empresa e tive que ficar até tarde. Imaginem se eu não fiquei muito p… da vida com isso. Mas, tudo bem, mandei uma mensagem para ela e disse que não daria para encontrá-la naquela noite e propus de almoçarmos no sábado.
No sábado, fomos para um restaurante marroquino que tem aqui em sampa. Afinal, vou tentar levá-la em lugares que provavelmente não existem em BH.
O clima entre nós não estava bom, não. Ela estava meio emburrada, aparentemente. Foi quando resolvi perguntar se havia algum problema. Ela então descarregou tudo em mim. Disse que havia contado os dias para chegar em São Paulo e que desde que chegou eu parecia não me importar muito. Disse que na sexta eu dei a desculpa que estava no trabalho, que na quinta eu nem liguei e que na quarta eu nem quis ficar muito tempo com ela, nem fazendo questão de subir no quarto de hotel dela.
Foi aí que eu percebi que a Cá estava com a mesma expectativa que eu para este mês aqui em São Paulo. Eu estava me segurando para não ficar muito grudento, não ficar incomodando muito. O fato é que ela queria ficar o tempo todo comigo também. Tentei explicar para ela o que sentia e, como último artifício, a beijei. Foi quando tudo mudou, a Camila voltou a ser aquela Camila que eu sempre penso.
Saímos do restaurante e fomos para o Parque do Ibirapuera. Ficamos por lá de boa, caminhando, sentados embaixo de uma árvore, jogando papo fora.
Lá pelas 17h, deixei a gata no hotel. Disse que tinha que fazer umas coisas. Ela logo emburrou de novo. Mas eu disse que valeria a pena.
“Te pego às 20h”.
20h05 ela estava no meu carro novamente. Linda, perfumada, com o seu cabelo loiro. Fantástica. Peguei uma venda (aquela do kit Prudence Fetiche) e pedi que ela a colocasse. A levei para o meu apartamento.
Quando ela tirou a venda, viu o que eu havia feito. O ap estava cheio de rosas vermelhas espalhadas pelo chão e móveis, velas perfumadas e um som ambiente rolando. Havia uma garrafa de vinho já bem colocada em cima da mesa e duas taças, mas nem deu tempo de abrir, a Cá já me agarrou.
Caímos no sofá onde ela tirou toda a minha roupa e começou a beijar meu corpo. Quando consegui controlá-la, peguei a gata no colo e levei para o quarto. Coloquei algemas nela e a venda novamente. Tirei a sua roupa e comecei a fazer uma massagem nela. Sussurrei no seu ouvido. “Hoje a noite será longa e cheia de sensações”. Peguei o kit que já havia preparado antes: morangos, calda de chocolate, halls, pedras de gelo e a própria garrafa de vinho. E me diverti no seu corpo.
A Cá respirava forte, naquela expectativa que eu a penetrasse.
Coloquei uma Prudence Ice, deitei sobre ela, tirei a sua venda e olhando nos seus olhos, a penetrei. Ficamos um bom tempo no papai e mamãe até que ela gozou, arranhando toda a minhas costas.
Após se recompor, ela pediu para que eu tirasse as algemas e logo veio retribuir o tesão que eu havia dado a ela.
Só sei que havia amanhecido e nós estávamos acordados ainda. Transamos, jantamos, transamos, assistimos filme, ficamos deitados juntos embaixo da coberta. Enfim, felicidade na sua forma mais perfeita.
Agora que eu sei que a Camila quer realmente ficar comigo o tempo todo, não vou dar respiro.
Cá, sua linda, este mês você é só minha.
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